Bolsa Já se esperava uma subida dos juros mas Wall Street festejou à mesma

Já se esperava uma subida dos juros mas Wall Street festejou à mesma

As bolsas do outro lado do Atlântico aplaudiram, com máximos históricos, a decisão da Fed de subir a taxa de juro directora. A decisão já era esperada, mas os investidores reagiram com demonstrações de agrado, especialmente na banca.
Já se esperava uma subida dos juros mas Wall Street festejou à mesma
Reuters
Carla Pedro 13 de dezembro de 2017 às 21:07

O Dow Jones encerrou a sessão desta quarta-feira ganhar 0,33% para 24.586,19 pontos. Na negociação intradiária atingiu um valor nunca antes visto, nos 24.666,02 pontos.

 

Também o Standard & Poor’s 500 fixou um novo máximo de sempre, ao tocar a meio da jornada nos 2.671,88 pontos, se bem que tenha acabado por entrar no vermelho nos últimos minutos de negociação, terminando a resvalar 0,05% para 2.662,85 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite, que ontem não acompanhou o movimento de subida, esteve hoje do lado altista, apesar de não ter atingido qualquer recorde. O índice fechou a somar 0,20% para 6.875,80 pontos.

 

Os mercados accionistas norte-americanos estiveram, uma vez mais, a ser sobretudo impulsionados pela banca, tendência que se reforçou depois de a Reserva Federal norte-americana anunciar uma subida da taxa directora em 25 pontos base, para um intervalo compreendido entre 1,25% e 1,50%.

 

Tratou-se do terceiro aumento de juros em 2017, tal como a ainda presidente do banco central, Janet Yellen, tinha projectado no início do ano.

 

A Fed tem projectados mais três aumentos de juros em 2018 e outros três em 2019 até se chegar ao patamar de 2,8% que espera manter no longo prazo. A Reserva Federal aos comandos de Powell deverá, assim, manter o ritmo gradual de subidas que se observou sob a batuta de Yellen.

 

Do lado das perdas, o destaque de hoje foi para as tecnologias.

 

Os investidores continuam também atentos à reforma fiscal da Administração Trump e aos esforços dos republicanos do Senado e da Câmara dos Representantes para acertarem um texto comum para ser levado ao Congresso.




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