Bolsa James Sym: "Há mais sinais de perigo no mercado"
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James Sym: "Há mais sinais de perigo no mercado"

As acções estão, genericamente, caras, mas ainda é possível encontrar boas oportunidades no mercado. É o caso das telecomunicações e da banca, defende James Sym. O gestor alerta, porém, que é preciso estar atento aos riscos.
James Sym: "Há mais sinais de perigo no mercado"
Bruno Simão
Patrícia Abreu 11 de dezembro de 2017 às 07:00

Os valores elevados a que as acções transaccionam tem suscitado preocupação. James Sym concorda que há cada vez mais bandeiras vermelhas no mercado, mas refere que ainda há sectores que apresentam boas oportunidades,)

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mais votado ´Há mais sinais de perigo nos mercados” 11.12.2017

Acrescenta-se que as rendibilidades oferecidas pelos mercados ou são “prémios” pela correção do que são hoje defeitos humanos em Bolsa (mas que foram qualidades em milhões da anos de luta pela sobrevivência) ou são compensações pelos riscos que ontem e hoje sempre existiram.
E o que se afigura preocupante não será a existência daqueles, mas o seu grau atual.
Exemplo em relação à gestão ativa ainda praticada pela maioria dos investidores:
É um “jogo de soma negativa”, em que não obstante a maioria perder, não deixa de ser possível ganhar.
Para tal um fator crítico é não acalentar falsas esperanças desligadas das realidades.
Ora o JN referia há pouco duas coisas:
1) As expectativas dos investidores de conseguirem rendibilidades da ordem dos 9%;
2) Carteira otimizada e construída com base nas melhores previsões conhecidas para os mais conhecidos 120 ativos, oferecia uma previsão de rendibilidades de pouco mais de 4%.
Consequência: carteiras mal estruturadas, resultados sub ótimos.

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´Há mais sinais de perigo nos mercados” 11.12.2017

Acrescenta-se que as rendibilidades oferecidas pelos mercados ou são “prémios” pela correção do que são hoje defeitos humanos em Bolsa (mas que foram qualidades em milhões da anos de luta pela sobrevivência) ou são compensações pelos riscos que ontem e hoje sempre existiram.
E o que se afigura preocupante não será a existência daqueles, mas o seu grau atual.
Exemplo em relação à gestão ativa ainda praticada pela maioria dos investidores:
É um “jogo de soma negativa”, em que não obstante a maioria perder, não deixa de ser possível ganhar.
Para tal um fator crítico é não acalentar falsas esperanças desligadas das realidades.
Ora o JN referia há pouco duas coisas:
1) As expectativas dos investidores de conseguirem rendibilidades da ordem dos 9%;
2) Carteira otimizada e construída com base nas melhores previsões conhecidas para os mais conhecidos 120 ativos, oferecia uma previsão de rendibilidades de pouco mais de 4%.
Consequência: carteiras mal estruturadas, resultados sub ótimos.

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