Bolsa Japão segue Wall Street e termina em alta. Praças chinesas seguem no vermelho

Japão segue Wall Street e termina em alta. Praças chinesas seguem no vermelho

As praças japonesas terminaram a sessão desta quarta-feira em alta, com ganhos inferiores a 0,5%, acompanhando assim a recuperação registada ontem por Wall Street. As praças chinesas seguem, contudo, do lado das perdas.
Japão segue Wall Street e termina em alta. Praças chinesas seguem no vermelho
Ana Laranjeiro 07 de fevereiro de 2018 às 08:00

Depois de na sessão de terça-feira as praças nipónicas terem terminado a sessão com perdas superiores a 4%, a sessão desta quarta-feira, 7 de Fevereiro, foi de recuperação tendo os índices terminado em alta ligeira.

O Nikkei subiu 0,16% para 21.645,37 pontos e o Topix avançou 0,37% para 1.749,91 pontos.

Os índices japoneses seguiram assim a recuperação registada pelas praças norte-americanas ontem. O Dow Jones terminou a sessão a subir 2,34% para 24.914,49 pontos. O Nasdaq a ganhar 2,13% para 7.115,88 pontos e o S&P500 (+1,74%) a registar mesmo a melhor sessão desde Novembro de 2016. Ainda assim, a nota dominante na sessão de ontem em Nova Iorque foi a elevada volatilidade, que fez com que os índices estivessem a oscilar entre perdas e ganhos ao longo do dia.

"Se olharmos para alguns dos motores da volatilidade recente – a correcção natural e as vendas de obrigações – não prevemos que nenhum desses factores contribua para um período prolongado de extrema volatilidade", disse Tom Kenny, economista na ANZ, à Reuters. "A correcção é provavelmente um desenvolvimento saudável e não o reflexo de perspectivas macroeconómicas" más, acrescentou.

Apesar dos sinais de recuperação oriundos de Tóquio, nem todas as bolsas asiáticas estão em alta, o que pode indiciar que há ainda um caminho a percorrer na recuperação das quedas recentes. Em Hong Kong, o Hang Seng desce 0,41% e em Xangai o Shanghai Stocks Exchange Composite recua 1,82%.




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mais votado Anónimo Há 2 semanas

A queda histórica foi o grito de guerra, um histérico grito, do sindicalismo e do neoludismo. O rebound ou recuperação, também histórico mas não histérico, foi a vitória da tecnologia cada vez mais económica e eficiente que poupa grandemente no obsoleto e oneroso factor trabalho defendido pelos primeiros e que não só não cria qualquer valor como se limita a extraí-lo continuadamente dos Estados, das economias e das sociedades por todo o mundo. Nuns lugares mais do que noutros, é certo. E os tugas que cresçam e dêem ouvidos a Bruxelas, à OCDE e ao FMI, flexibilizem e liberalizem mais os mercados... antes que mais uma vez seja tarde demais.

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Anónimo Há 2 semanas

A queda histórica foi o grito de guerra, um histérico grito, do sindicalismo e do neoludismo. O rebound ou recuperação, também histórico mas não histérico, foi a vitória da tecnologia cada vez mais económica e eficiente que poupa grandemente no obsoleto e oneroso factor trabalho defendido pelos primeiros e que não só não cria qualquer valor como se limita a extraí-lo continuadamente dos Estados, das economias e das sociedades por todo o mundo. Nuns lugares mais do que noutros, é certo. E os tugas que cresçam e dêem ouvidos a Bruxelas, à OCDE e ao FMI, flexibilizem e liberalizem mais os mercados... antes que mais uma vez seja tarde demais.

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