Mercados Japonesa Coincheck confirma desaparecimento de 400 milhões em criptomoeda

Japonesa Coincheck confirma desaparecimento de 400 milhões em criptomoeda

A Coincheck, uma das maiores bolsas japonesas de criptomoedas, confirmou o desaparecimento de cerca de 400 milhões de dólares em moedas NEM, a décima maior moeda digital em termos de valor de mercado.
Japonesa Coincheck confirma desaparecimento de 400 milhões em criptomoeda
Reuters
Negócios com Bloomberg 27 de janeiro de 2018 às 17:21

A Bloomberg adianta que depois de várias horas de especulação, na sexta-feira, a empresa japonesa confirmou que as criptomoedas foram retiradas "ilegalmente" da plataforma de negociação, e garantiu estar a trabalhar para assegurar a segurança dos activos dos clientes.

Na sexta-feira, a Coincheck suspendeu todos os levantamentos e interrompeu a negociação de todas as moedas electrónicas com excepção da bitcoin.

"Sabemos onde os fundos foram enviados", afirmou Yusuke Otsuka, co-fundador da Coincheck, numa conferência na Tokyo Stock Exchange, citado pela Bloomberg. "Estamos a segui-los, e se conseguirmos continuar a fazê-lo, talvez seja possível recuperá-los. Mas é uma coisa que estamos a investigar neste momento".

De acordo com a agência noticiosa, este será o maior desaparecimento ou roubo desde o advento das moedas digitais com o lançamento da bitcoin, em 2009.

A Agência de Serviços Financeiros do Japão informou em comunicado estar "a examinar os factos em torno da Coincheck".

A Bloomberg adianta que, no Japão, as autoridades introduziram um sistema de licenciamento para aumentar a supervisão das bolsas locais, no sentido de evitar outro colapso como aquele que ocorreu com a Mt. Gox, em 2014.

Em Março desse ano, a Mt. Gox, uma das primeiras bolsas de criptomoedas entrou em processo de insolvência, depois de um roubo de bitcoin estimado em 450 milhões de dólares. 

 




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mais votado Ciifrão Há 3 semanas

Os ladrões dos bancos do futuro vão estar armados de computadores, vai deixar de haver a possibilidade de sangue nos roubos. Como se prendem os ladrões já não sei bem, na prisão facilmente podem continuar a roubar.

comentários mais recentes
Querida Maria... Há 3 semanas

Querida Maria,

Se és quem eu penso que sejas,
não eras Tu que andavas muito interessada no BLockchain?
Espero que estejas bem juntamente com os Teus,
pois, mau grado as Tuas pretensões a socialite,
tens bom coração,
e eu pessoalmente nunca te quis mal
e desejo-te as maiores felicidades.

Saudações do Zorro

Maria Há 3 semanas

A China proibiu. A Eurpa anda a pensar... Os reguladores nacionais olham o comboio. Admirável Futuro!

Ciifrão Há 3 semanas

Os ladrões dos bancos do futuro vão estar armados de computadores, vai deixar de haver a possibilidade de sangue nos roubos. Como se prendem os ladrões já não sei bem, na prisão facilmente podem continuar a roubar.

Dono dos Burros Há 3 semanas

Ladrão que rouba ladrão, deve ter 100 anos de perdão. Pois é essa a prática em Portugal. Para não se prenderem Salgado, Sócrates ou Pinto da Costa vai-se incomodar Centeno e o SLB. Só perde quem tem.