Fundos de investimento José de Brito: "CGD é conservadora na colocação de fundos"
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

José de Brito: "CGD é conservadora na colocação de fundos"

O ambiente de taxas de juro negativas deverá continuar a incentivar uma maior diversificação na captação de recursos dos bancos. José de Brito admite que resolvidos os problemas de liquidez, a comercialização de fundos voltou a ser uma aposta da CGD.
José de Brito: "CGD é conservadora na colocação de fundos"
Miguel Baltazar
Patrícia Abreu 04 de setembro de 2017 às 21:30

A gestora de activos da CGD recuperou, em Julho, a liderança nos fundos de investimento. Em entrevista por e-mail ao Negócios, José de Brito, administrador do banco estatal, explicou que a comercialização de fundos

)

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião3
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Finalmente, parabéns à CGD ! 05.09.2017

Parabéns à CGD por ter recuperado a liderança nos fundos de investimento.Será mérito de quem trabalha nos fundos e com fundos, muito em particular de quem, na linha da frente do contacto com os clientes, os comercializa, não se olvidando também quem na nova gestão da CGD terá reconhecido a utilidade dos fundos: 1) para os clientes, como instrumento de defesa da poupança e do seu crescimento, em ordem à concretização de objetivos de vida; 2) para o País, como um incentivo ao incremento de uma taxa de poupança que atualmente se situa em nível preocupantemente baixo,Deseja-se agora que uma CGD, mais dinãmica, mais criativa, mais motivadora do seu pessoal, porque pautada por critérios de meritocracia - desenvolva um especial esforço para que os seus fundos de investimento atinjam uma qualidade, em termos de expectativas de rendibilidade e de prudência face ao risco, que lhes possibilitem competir ombro a ombro, com a melhor concorrência nacional e com a típica concorrência internacional.

comentários mais recentes
Bom para os administradores ou bom para os cliente 05.09.2017

Estamos de acordo que ganhar a liderança em termos de quota de mercado justifica felicitações aos responsáveis, Mas não se olvide que, na administração de capitais alheios, a Lei manda privilegiar não os interesses de quem administra, mas os interesses daqueles cujos capitais são administrados. E, para estes o relevante é a quota de mercado nas rendibilidades auferidas e na minimização da volatilidade das mesmas. E podem ser os clientes muito lentos a reagirem, muito sentimentalmente fiéis ao banco que sempre foi seu e que é, em última análise de todos os contribuintes portugueses - mas, a longo prazo, a quota de mercado de que agora em boa hora se conquistou a liderança, será inexoravelmente determinada pela capacidade evidenciada para oferecer aos clientes rendibilidades e segurança competitivas com as que a concorrência nacional e internacional oferece. Portanto, que o conseguido não seja só uma vitória de Pirro, mas um estímulo para procurar fazer mais e melhor pelos clientes.

Voz de um cliente da CGD 05.09.2017

A CGD continua a ser em Portugal o padrão de referência para todo o sistema bancário. Incentivar ou desincentivar a venda de fundos aos clientes só secundariamente em função dos interesses destes, e prioritariamente em função dos problemas estratégicos de liquidez de quem lhos vende – está em contradição com o que manda a Lei. Que se refira também a responsabilidade perante o cliente de: não lhe vender produtos omitindo riscos ditos “significativos”, susceptíveis de condicionar as suas expectativas de rendibilidades futuras; de cobrar comissões ditas razoáveis segundo o código deontológico da associação de fundos (e proporcionais ao valor efectivamente incorporado); de não pressionar o cliente a adquirir produtos que, em termos de expectativas de rendibilidade e de prudência face ao risco, não sejam pelo menos equivalentes ao que a concorrência nacional e internacional oferece. Que a CGD lidere, no seu interesse, em termos de quota de mercado, mas também de Rigor, Qualidade e Preço.

Finalmente, parabéns à CGD ! 05.09.2017

Parabéns à CGD por ter recuperado a liderança nos fundos de investimento.Será mérito de quem trabalha nos fundos e com fundos, muito em particular de quem, na linha da frente do contacto com os clientes, os comercializa, não se olvidando também quem na nova gestão da CGD terá reconhecido a utilidade dos fundos: 1) para os clientes, como instrumento de defesa da poupança e do seu crescimento, em ordem à concretização de objetivos de vida; 2) para o País, como um incentivo ao incremento de uma taxa de poupança que atualmente se situa em nível preocupantemente baixo,Deseja-se agora que uma CGD, mais dinãmica, mais criativa, mais motivadora do seu pessoal, porque pautada por critérios de meritocracia - desenvolva um especial esforço para que os seus fundos de investimento atinjam uma qualidade, em termos de expectativas de rendibilidade e de prudência face ao risco, que lhes possibilitem competir ombro a ombro, com a melhor concorrência nacional e com a típica concorrência internacional.

Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub