Fundos de investimento JPMorgan reforça aposta no mercado português
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JPMorgan reforça aposta no mercado português

A gestora de activos do banco norte-americano ultrapassou a barreira dos mil milhões de euros em activos sob gestão no mercado nacional e decidiu colocar Portugal na lista de mercados relevantes na Europa.
JPMorgan reforça aposta no mercado português
Reuters
Patrícia Abreu 24 de outubro de 2017 às 23:30

O crescente interesse dos investidores nacionais em fundos da JPMorgan Asset Management levou a gestora a colocar Portugal na lista de mercados relevantes na Europa. Com mil milhões de euros sob gestão no país, a gestora adianta

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mais votado Alerta aos fundos de investimento Portugueses Há 3 semanas

Ou Vocês, despem o casaco e vão à luta (em termos de rendibilidade e custos) com os fundos estrangeiros ou são “espécie em vias de extinção” porque não chega a solidariedade dos portugueses para vos preferir em relação aos perto de 100.000 fundos internacionais que atualmente existem, e aos mais de 5000 ETFs; é preciso que quem poupa/investe não seja prejudicado por preferir opções nacionais.
Vêm aí legislação comunitária(MIFID II) que, se não houver “espertezas saloias” para a tornear, vai pôr cobro a situações de oligopólio (permissivas de ocultação de riscos, de comissões em desproporção com o valor acrescentado, de práticas de gestão em que o nepotismo, a falta de espírito meritocrático, a visão da gestão de ativos como um “tacho” e não como uma atividade de alta competição ao serviço dos investidores), desejavelmente estimulando a criatividade, dinamismo e competência dos excelentes gestores de ativos em Portugal potencialmente suscetíveis de dar ao setor qualidade internacional.

comentários mais recentes
Fim de uma galinha dos ovos de ouro? Há 3 semanas

Amigos dos fundos de investimento:
Ou Vocês melhoram a variedade, as expectativas de rendibilidade, a relação rendibilidade/risco, a transparência, a relação comissões cobradas/valor incorporado, dos fundos que gerem – ou, face ao dilúvio da concorrência estrangeira, a produção nacional do setor enfrenta real risco de extinção.
Será o fim para os bancos do que foi uma autêntica "galinha dos ovos de ouro", geradora de taxas de rendibilidade para os capitais regulamentares, com um nível impensável em qualquer atividade bancária tradicional.
Mas, se houver menos obsessão de curto prazo em gerar comissões; se houver menos prioridade em alcançar objetivos comerciais sobre-explorando a qualidade das redes de vendas, em alternativa a elevar a qualidade dos fundos – continua viva a possibilidade de se criar em Portugal (capitalizando competências, criatividade e garra competitiva) uma indústria de fundos de qualidade internacional, servindo os Portugueses e os povos de língua portuguesa.

Fundos de Investimento e Poupança Há 3 semanas

Os Fundos de Investimento(FI) como os mencionados no artigo seriam em qualquer conjuntura úteis para quem poupa, e deseja investir com expectativas de rendibilidade superiores aos Depósitos.
Mas nas presentes circunstâncias, em que os Depósitos praticamente não dão nada; em que esperança de vida aumenta e diminui a capacidade da Segurança Social em assegurar reformas confortáveis; em que os Portugueses estão a registar taxas de poupança das mais baixas da UE e da sua própria história – os FI podem e devem constituir, pelo que objetivamente oferecem, poderosíssimo estímulo a uma poupança hoje de nível mais próprias de cigarras do que das formigas que já fomos.
Para tal é fundamental que os FI tenham à sua frente gestores legalmente nomeados e rigorosamente supervisionados; escolhidos sem nepotismos em função da sua competência; que coloquem sempre como manda a lei os interesses dos clientes acima dos interesses financeiros de quem os emprega, ou das suas ambições carreiristas pessoais.

Anónimo Há 3 semanas

Já nem a alta finança vê problema na Geringonça... só mesmo Pedro Santana Lopes e os seus apoiantes monárquicos...

Alerta aos fundos de investimento Portugueses Há 3 semanas

Ou Vocês, despem o casaco e vão à luta (em termos de rendibilidade e custos) com os fundos estrangeiros ou são “espécie em vias de extinção” porque não chega a solidariedade dos portugueses para vos preferir em relação aos perto de 100.000 fundos internacionais que atualmente existem, e aos mais de 5000 ETFs; é preciso que quem poupa/investe não seja prejudicado por preferir opções nacionais.
Vêm aí legislação comunitária(MIFID II) que, se não houver “espertezas saloias” para a tornear, vai pôr cobro a situações de oligopólio (permissivas de ocultação de riscos, de comissões em desproporção com o valor acrescentado, de práticas de gestão em que o nepotismo, a falta de espírito meritocrático, a visão da gestão de ativos como um “tacho” e não como uma atividade de alta competição ao serviço dos investidores), desejavelmente estimulando a criatividade, dinamismo e competência dos excelentes gestores de ativos em Portugal potencialmente suscetíveis de dar ao setor qualidade internacional.

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