Bolsa Juventus dispara para máximos de 10 anos com perspectiva de eliminar o Barcelona

Juventus dispara para máximos de 10 anos com perspectiva de eliminar o Barcelona

A "Vecchia Signora" disparou quase 16% na sessão desta terça-feira, dia em que negociou no valor mais elevado em praticamente 10 anos. Isto acontece a um dia do segundo jogo dos quartos-de-final da Liga dos Campeões contra o FC Barcelona.
Juventus dispara para máximos de 10 anos com perspectiva de eliminar o Barcelona
Reuters
David Santiago 18 de abril de 2017 às 18:04

A Juventus FC ainda não eliminou o Barcelona FC, mas os títulos da SAD dos "bianconeri" estão em forte alta a reflectir a confiança dos investidores numa passagem dos penta-campeões italianos às meias-finais da Liga dos Campeões.

 

Na sessão desta terça-feira, 18 de Abril, as acções da "Juve" dispararam 15,97% para 65 cêntimos, cotação que representa o valor mais alto desde Junho de 2007, num dia em que a valorização de quase 16% foi a melhor variação diária desde 6 de Fevereiro de 2012.

 

Foi também a terceira sessão consecutiva a acumular ganhos, depois de nas duas últimas sessões os títulos dos "bianconeri" terem somado em torno dos 6%. Estes ganhos foram registados precisamente nas três sessões que se seguiram à vitória da Juventus sobre o FC Barcelona por três bolas a zero (na sexta-feira da semana passada e esta segunda-feira a bolsa italiana não negociou).

 

Foram também sessões de grande liquidez para as acções da "Juve". Esta terça-feira trocaram de mãos quase 16,6 milhões de títulos da sociedade "bianconeri", o que compara com a média diária dos últimos seis meses que é inferior a 2,2 milhões de acções negociadas por dia.

Desde o início deste ano, as acções da Juventus já valorizaram quase 116%, para uma capitalização bolsista que se fixa actualmente em 655 milhões de euros.

 

A justificar este optimismo em relação à Juventus está a perspectiva de a equipa comandada por Massimiliano Allegri ultrapassar o Barcelona e alcançar as meias-finais da Liga dos Campeões, bastando para tal gerir o favorável resultado alcançado na semana passada, em Turim.

Para o desafio de amanhã, no Camp Nou, em Barcelona, a equipa capitaneada pelo já mítico guarda-redes Gianluigi Buffon (na foto, a festejar o triunfo da semana passada) conta com o contributo de uma das defesas mais sólidas dos últimos anos, um meio-campo que concilia a robustez de Sami Khedira com a inteligência de Miralem Pjanic, e um ataque onde pontifica o faro de golo de Gonzalo Higuain e a magia de Paulo Dybala.

 

Na época 2014-2015, a Juventus perdeu na final da Liga dos Campeões precisamente contra o Barcelona, vendo mais uma vez afastado o sonho de reconquistar a mais importante prova mundial de clubes, um título que foge aos "bianconeri" desde a época 1995-1996, equipa em que actuava o médio-centro português Paulo Sousa.

 

Dominadora indiscutível do futebol italiano, estando este ano uma vez mais a caminho da revalidação do título, que a confirmar-se será o sexto seguido para a equipa de Turim, a Juventus construiu esta época uma equipa formatada para vencer a prova rainha de clubes.



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