Crédito Mais crédito para as famílias, menos para as empresas

Mais crédito para as famílias, menos para as empresas

As instituições financeiras continuam a aumentar a concessão de novo crédito destinado à compra de casa. Nos primeiros 11 meses de 2016 foram financiados 5.164 milhões de euros para este fim.
Mais crédito para as famílias, menos para as empresas
Paulo Duarte
Patrícia Abreu 10 de janeiro de 2017 às 13:45

As instituições financeiras nacionais aumentaram o ritmo de financiamento às famílias, em Novembro. Segundo os dados do Banco de Portugal, a concessão de novo crédito para o segmento particular aumentou em todos os segmentos, com o crédito à habitação a manter um crescimento robusto em 2016. Já nas empresas, a concessão de crédito fixou mínimos de Agosto de 2015.


As novas operações de crédito à habitação atingiram 535 milhões de euros, em Novembro, mais 79 milhões de euros que os 456 milhões registados um mês antes, revelam os dados do Banco de Portugal. Estes números confirmam a tendência de recuperação registada ao longo de 2016.


Apesar de um abrandamento da concessão de novo crédito em Outubro, nos primeiros 11 meses de 2016 os bancos financiaram 5.164 milhões de euros para a compra de casa, naquele que é o melhor ano para o crédito à habitação desde 2010.


Com as taxas de juros em mínimos históricos, os bancos nacionais têm vindo a aumentar a aposta no crédito à habitação. As principais instituições financeiras têm cortado os "spreads" aplicados nos novos contratos à habitação, além de estarem a oferecer condições vantajosas para os clientes que mudarem o empréstimo.


A crescer continua o crédito ao consumo. Foram concedidos, em Novembro, 343 milhões de euros no crédito para esta finalidade, acima dos 323 milhões de euros registados em Outubro. Já no crédito para outros fins, as instituições financeiras emprestaram 1.147 milhões de euros, um valor superior aos 138 milhões registados em Outubro.


Menos crédito às empresas


Ao contrário das famílias, no segmento empresarial a concessão de novo crédito abrandou. Foram financiados 2.132 milhões de euros às empresas, em Novembro, um valor que corresponde ao montante mais baixo desde Agosto de 2015.


As grandes empresas foram as grandes responsáveis pelo abrandamento do crédito destinado a este segmento. As novas operações para montantes superiores a mil milhões de euros caíram para 682 milhões de euros, em Novembro, menos 337 milhões que no mês anterior.

Já o financiamento destinado às pequenas e médias empresas aumentou para 1.450 milhões de euros, acima dos 1.415 milhões registados em Outubro.




A sua opinião3
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo Há 2 semanas


A ladroagem de esquerda

AS CLASSES SOCIAIS EM PORTUGAL:

1. Burguesia = Os Patrões

2. Nobreza = Os Ladrões FP / CGA

3. Povo = Os Trabalhadores e Pensionistas do privado (que são tratados como escravos e roubados para sustentar as 2 classes privilegiadas)

comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas

vams ter merda outravez. quantas batatas quentes já existem?

Anónimo Há 2 semanas


A ladroagem de esquerda

AS CLASSES SOCIAIS EM PORTUGAL:

1. Burguesia = Os Patrões

2. Nobreza = Os Ladrões FP / CGA

3. Povo = Os Trabalhadores e Pensionistas do privado (que são tratados como escravos e roubados para sustentar as 2 classes privilegiadas)

Anónimo Há 2 semanas


A ladroagem de esquerda

AS CLASSES SOCIAIS EM PORTUGAL:

1. Burguesia = Os Patrões

2. Nobreza = Os Ladrões FP / CGA

3. Povo = Os Trabalhadores e Pensionistas do privado (que são tratados como escravos e roubados para sustentar as 2 classes privilegiadas)

pub