Mercados Medidas para salvar a bolsa são urgentes
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

Medidas para salvar a bolsa são urgentes

Num momento em que há cada vez menos empresas no mercado de capitais, os especialistas alertam para a necessidade de um plano de acção para salvar a bolsa. Uma revisão do quadro regulatório e estímulos ao investimento são algumas das propostas.
Medidas para salvar a bolsa são urgentes
Bruno Simão
Patrícia Abreu 05 de outubro de 2017 às 22:50

O mercado de capitais português enfrenta um momento crítico. São cada vez menos as empresas a dispersar capital em bolsa, ou a emitir dívida, uma situação que, caso não sejam tomadas medidas, apenas tenderá

)

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião5
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado O mais importante para "salvar a Bolsa" Há 1 semana

O mais importante para salvar a Bolsa é:
Criar condições de estímulo para que os investidores ocorram à Bolsa.
É utópico com a situação de endividamento público, estar a sugerir benefícios fiscais.
Mas sabe quem nestas coisas tem algum "saber de experiência feito", que não é de forma alguma utópico sugerir um esforço sistemático e persistente no sentido de, também com base no Mercado de Capitais Português, serem oferecidos aos investidores nacionais produtos que, em termos de expectativas de rendibilidade, segurança face ao risco e variedade - não fiquem aquém do que a concorrência estrangeira oferece.
Afigura-se não haver em Portugal escassez de competência técnica ou de criatividade para criar tais produtos (a avaliar pelas provas dadas lá fora, por muitos que daqui partiram).
Mas poderá haver, isso sim, um défice na implementação de princípios de meritocracia; na irradicação da praga do nepotismo; na mitigação de problemas de agência; na neutralização de conflitos de interesses.

comentários mais recentes
RE: " É tudo a gamar" Há 1 semana

Esqueceste-te da comissão para sustentar a CMVM e os seus 200 funcionários.
Quanto ao que leva o Estado, é ainda pior do que dizes pois são atualmente 28% sobre o que tu ganhares e sobre os dividendos que receberes. Mas olha que a Catarina do BE ainda não está satisfeita e anda a falar num esquema que pode levar a que quem ganha na Bolsa vir a pagar 48%.É claro que com tal acaba por se virar o feitiço contra o feiticeiro e o que vai acabar por acontecer é que, em vez de se trabalhar mais para poupar mais e mais investir na Bolsa e até dar mais ao Estado, goza-se mas é a vida que afinal são dois dias

Menoli Há 1 semana

Como é que uma pessoa pode investir na bolsa? Quando se perde....perde e quando se ganha o ESTADO ROUBA 20% DO GANHO. isto sem falar nas comissões do banco e impostos de selo ( selo para quê? ) além de termos que pagarao banco para guarda de valores. É TUDO A GAMAR....

Anónimo Há 1 semana

Na Bolsa Portuguesa já fui agora só fundos e estrangeiros porque a CMVM a proteger os accionistas é faz de conta o Banco de Portugal esse então enterra o mais depressa que pode os accionistas por isso se muita coisa não mudar muitos mais fugirão.

O mais importante para "salvar a Bolsa" Há 1 semana

O mais importante para salvar a Bolsa é:
Criar condições de estímulo para que os investidores ocorram à Bolsa.
É utópico com a situação de endividamento público, estar a sugerir benefícios fiscais.
Mas sabe quem nestas coisas tem algum "saber de experiência feito", que não é de forma alguma utópico sugerir um esforço sistemático e persistente no sentido de, também com base no Mercado de Capitais Português, serem oferecidos aos investidores nacionais produtos que, em termos de expectativas de rendibilidade, segurança face ao risco e variedade - não fiquem aquém do que a concorrência estrangeira oferece.
Afigura-se não haver em Portugal escassez de competência técnica ou de criatividade para criar tais produtos (a avaliar pelas provas dadas lá fora, por muitos que daqui partiram).
Mas poderá haver, isso sim, um défice na implementação de princípios de meritocracia; na irradicação da praga do nepotismo; na mitigação de problemas de agência; na neutralização de conflitos de interesses.

ver mais comentários
Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub
pub
pub
pub