Obrigações Mercado exige 4% por dívida a 28 anos
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Mercado exige 4% por dívida a 28 anos

O Tesouro avança esta quarta-feira com uma das emissões com prazos mais longos de sempre. E poderá obter um juro mais baixo do que o registado no início do ano para se financiar a dez anos.
Mercado exige 4% por dívida a 28 anos
Pedro Elias
Rui Barroso 12 de julho de 2017 às 07:15

O Tesouro tem emitido dívida com prazos mais curtos em 2017 em relação aos três anos anteriores. Mas, esta quarta-feira, a agência que gere o crédito público irá testar uma maturidade de muito longo )

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mais votado Anónimo 12.07.2017

Estão a colocar vidas em perigo em Portugal com as vossas exigências inusitadas e irrealistas. Pedrógão e Tancos foram o sinal de alarme de que a situação da folha salarial e de pensões está a atingir um ponto de não retorno.

comentários mais recentes
Anónimo 12.07.2017

O governo anterior bem tentou mas nunca conseguiu emitir divida acima de 15 anos. Só se importavam em colocar dívida de curto prazo, colocando em risco a sustentabilidade da dívida portuguesa. Era o pensamento de curto prazo orientado para resultados eleitorais.

Anónimo 12.07.2017

O que os bancos de retalho portugueses querem é excedentários e o valor das remunerações a dobrar para toda gente na função pública. A quem é que eles concederiam crédito à habitação e ao consumo se não fossem os beneficiários do endividamento público excessivo? Aos fazedores de smartphones, foguetões, carros eléctricos e fundos de investimento portugueses que vendem o seu produto por esse mundo fora? É que desses não há cá. Têm que se voltar sempre para o mesmo lado. O lado mais fácil que arruína com o país e é resgatado ciclicamente porque é fácil passar factura aos portugueses todos em vez de a passar só ao grupo dos responsáveis por esta situação.

Anónimo 12.07.2017

É uma janela de oportunidade que se abre para especuladores treinados na arte de especular nas suas salas de trading especulativo ganharem muitos milhões. Com a saída da troika e a chegada do PS ao governo, começou a formar-se um mercado nicho para a nova grande hipoteca da República Portuguesa. O irresponsável e marcadamente eleitoralista governo em funções em tudo ajudou a criar esse mercado da ruína e dependência futura dos portugueses. A oferta de dívida excessiva e não reprodutiva tem procura que irá gerar enormes retornos sobre o investimento a quem quiser ganhar com a auto-infligida destruição de Portugal. Não garante absolutamente nada em termos de sustentabilidade da dívida lusa, sustentabilidade futura do Estado ou em termos de um futuro bom para a economia portuguesa e a sua população, para as quais de resto estes especuladores se estão literalmente a marimbar. O dinheiro não dorme. Que durmam então os portugueses que não percebem isto nem irão ver isto chegar outra vez.

Anónimo 12.07.2017

Vamos ouvir excelentes elogios ao governo e à dívida portuguesa por parte de todas aquelas instituições que já aplicaram o dinheiro na dívida que Portugal emite. De outras instituições, que não estão a especular com a nossa dívida, os avisos e recomendações continuam enquanto se justificar. Os que já investiram têm meios ao seu dispor para especular propagandeando, tendo também muito a ganhar com o número de prestidigitação do governo das esquerdas, e agora só vão emitir comunicados favoráveis a dizer maravilhas da dívida portuguesa emitida pelas autoridades e até da genialidade do governo em funções enquanto não venderem com mais valias. Querem espalhar confiança nas políticas que nós sabemos serem erradas do governo socialista e pressionar os juros para baixo, ou seja, querem o valor dos títulos a ir para cima para venderem antes de se começar a falar novamente no novo resgate à República Portuguesa. Há muito dinheiro a ganhar com o hipotecar do futuro dos portugueses. Siga a festa.

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