Investidor Privado Nadège Dufossé. "Preferimos acções da Zona Euro, Japão e emergentes"
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Nadège Dufossé. "Preferimos acções da Zona Euro, Japão e emergentes"

Nadège Dufossé continua optimista para as acções mundiais. A especialista argumenta que as avaliações não estão em território de bolha, uma vez que os fundamentais não estão desconectados da realidade.
Nadège Dufossé. "Preferimos acções da Zona Euro, Japão e emergentes"
Patrícia Abreu 18 de dezembro de 2017 às 10:59

O elevado nível a que as avaliações das acções negoceiam ainda não é considerado perigoso por parte de Nadège Dufossé. Para a responsável pela alocação de activos da Candriam,)

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mais votado Rosas, há … o pior são os espinhos ! 18.12.2017

É verdade que:
Com a atual focalização de competências e meios técnicos nos mercados de capitais;
Com massas gigantescas de capitais (devido ao aumento de esperança de vida), competindo como “sete cães a um osso” por migalhas de rendibilidade, em conjuntura em que as taxas de juro nunca foram tão baixas em 5.000 anos (f.Banco de Inglaterra);
As cotações, inevitavelmente, nunca terão reflectido tão rigorosamente como agora, a verdade dos “fundamentais”.
Mas também é verdade que:
A relação entre o valor transacionado dos produtos derivados e os respetivos ativos de suporte, é de cerca de 6 vezes mais, o que constitui autêntico barril de pólvora;
Os clientes dos produtos de investimento continuam a não ter um grau de literacia financeiro que os torne imunes a enviesamentos atávicos na avaliação dos mercados, predispondo-os a pânicos e euforias que os institucionais não podem evitar.
Portanto: rosas há, mas… cuidado com os espinhos!

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Rosas, há … o pior são os espinhos ! 18.12.2017

É verdade que:
Com a atual focalização de competências e meios técnicos nos mercados de capitais;
Com massas gigantescas de capitais (devido ao aumento de esperança de vida), competindo como “sete cães a um osso” por migalhas de rendibilidade, em conjuntura em que as taxas de juro nunca foram tão baixas em 5.000 anos (f.Banco de Inglaterra);
As cotações, inevitavelmente, nunca terão reflectido tão rigorosamente como agora, a verdade dos “fundamentais”.
Mas também é verdade que:
A relação entre o valor transacionado dos produtos derivados e os respetivos ativos de suporte, é de cerca de 6 vezes mais, o que constitui autêntico barril de pólvora;
Os clientes dos produtos de investimento continuam a não ter um grau de literacia financeiro que os torne imunes a enviesamentos atávicos na avaliação dos mercados, predispondo-os a pânicos e euforias que os institucionais não podem evitar.
Portanto: rosas há, mas… cuidado com os espinhos!

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