Bolsa Nasdaq cede no fecho em dia de novos recordes nos grandes de Wall Street

Nasdaq cede no fecho em dia de novos recordes nos grandes de Wall Street

Os principais índices bolsistas norte-americanas atingiram hoje novos máximos históricos. No entanto, o tecnológico Nasdaq encerrou a ceder ligeiramente.
Nasdaq cede no fecho em dia de novos recordes nos grandes de Wall Street
Carla Pedro 01 de novembro de 2017 às 20:14

Em Wall Street, os principais índices marcaram esta quarta-feira novos máximos de sempre. O facto de a Reserva Federal norte-americana ter reiterado que o crescimento económico dos EUA está sólido levou ao reforço da expectativa de uma nova subida dos juros já em Dezembro, o que tirou algum fôlego ao mercado.

 

O Standard & Poor’s 500 fechou a somar 0,16% para 2.579,36 pontos, depois de marcar um máximo durante a sessão, nos 2.588,40 pontos.

 

O Dow Jones seguiu o mesmo caminho, terminando a valorizar 0,25% para 23.435,01 pontos, tendo na negociação intradiária estabelecido um novo recorde nos 23.517,71 pontos.

 

Também o tecnológico Nasdaq Composite tocou hoje num nível nunca antes atingido, nos 6.759,66 pontos, mas cedeu ligeiramente no fecho com um recuo de 0,17% para 6.716,53 pontos.

 

Os índices cederam parte dos ganhos – o que levou o tecnológico a entrar no vermelho – depois de a Fed ter voltado a dizer que o crescimento económico do país revela solidez, o que deixa antever a terceira subida de juros deste ano já no próximo mês.

 

A Reserva Federal manteve os juros inalterados, tal como se esperava, e os investidores aguardam agora por mais novidades do lado do banco central. Amanhã, o presidente Donald Trump deverá avançar com o nome do responsável que irá substituir Janet Yellen na presidência da Reserva Federal a partir de Fevereiro [a actual presidente pode ser reconduzida, mas não é isso que se espera, sendo que entre os candidatos parece ser Jerome Powell o mais provável].

As "small caps" - empresas de baixa capitalização bolsista - também pressionaram na sessão de hoje, do outro lado do Atlântico, dado que as perspectivas quanto à prometida reforma fiscal de Trump continuam incertas.




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