Bolsa Nasdaq e Dow Jones de novo em recordes

Nasdaq e Dow Jones de novo em recordes

As principais bolsas norte-americanas encerraram em alta, mas sem subidas expressivas. Foi, no entanto, suficiente para os índices tecnológico e industrial atingirem novos máximos históricos.
Nasdaq e Dow Jones de novo em recordes
Reuters
Carla Pedro 07 de fevereiro de 2017 às 21:54

Hoje foi mais um dia de recordes em Wall Street. O índice tecnológico Nasdaq Composite terminou a ganhar 0,19%, para 5.674,21 pontos, naquele que é o mais alto nível de fecho de sempre, depois de a meio da sessão ter chegado a alcançar um recorde de 5.689,60 pontos.

 

Também o índice industrial Dow Jones marcou esta terça-feira um novo máximo de sempre na negociação intradiária, nos 20.155,35 pontos, tendo depois encerrado a somar 0,19% para 20.090,29 pontos.

 

Por seu lado, o Standard & Poor’s 500 avançou 0,02% para se estabelecer nos 2.293,08 pontos – sem conseguir ainda superar o seu máximo histórico, estabelecido a 26 de Janeiro.

 

As bolsas travaram parte dos ganhos atingidos durante a sessão, devido à queda dos preços do petróleo nos principais mercados internacionais, o que castigou os títulos da energia.

 

Além disso, os investidores mantêm-se cautelosos, à espera de mais resultados das empresas e de sinais mais claros sobre as políticas de promoção do crescimento da economia norte-americana que o presidente Donald Trump prometeu levar a cabo.

 

Numa altura em que mais de metade das empresas listadas no S&P 500 já apresentou as suas contas, o saldo é positivo: cerca de 75% superaram as estimativas para os lucros e perto de 50% registaram vendas acima do esperado, de acordo com os dados compilados pela Bloomberg.

 

Os títulos da energia e industriais estiveram então entre os piores desempenhos do dia, ao passo que as cotadas do sector tecnológico registaram generalizadamente, uma boa performance.

 

Os dados relativos ao comércio nos EUA em Dezembro não influenciaram grandemente o sentimento do mercado, uma vez que, tal como se esperava, o défice comercial ficou praticamente inalterado face a Novembro, nos 44 mil milhões de dólares, 




A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
pub
pub
pub
pub