Bolsa Norges Bank reforça no capital da EDP

Norges Bank reforça no capital da EDP

O banco central norueguês elevou a sua participação no capital da eléctrica portuguesa, de 2,56% para 3,11%.
Carla Pedro 11 de janeiro de 2018 às 19:32

O Norges Bank reforçou a sua posição no capital da EDP, no passado dia 5 de Janeiro, de 2,56% para 3,11%, informou esta quinta-feira em comunicado à CMVM a eléctrica presidida por António Mexia.

 

"No dia 8 de Janeiro de 2018, o Norges Bank comunicou à EDP a alteração do título de imputação da sua participação qualificada, composta nesta data por 113.814.364 acções, representativas de 3,11% do capital social da EDP e dos respectivos direitos de voto", refere o comunicado.

 

Das 113.814.364 acções detidas pelo Norges Bank, 73.396.967 (correspondentes a 2,01% do capital social da EDP) eram detidas directamente, enquanto 40.417.397 acções (correspondentes a 1,11% do capital social da EDP) eram imputáveis através de instrumentos financeiros (das quais 30.724.700 acções através ‘shares on loan (right to recall)’ e 9.962.697 acções através de ‘CFDs’), acrescenta o mesmo documento.

 

O total de acções detidas directamente pelo Norges Bank ultrapassou o patamar de 2% do capital social da EDP no dia 5 de Janeiro de 2018, diz ainda a eléctrica.

 

Aquando da posição anterior, de 2,56%, o banco central norueguês detinha directamente 71.313.415 acções, correspondentes a 1,95% do capital da eléctrica.

Na sessão desta quinta-feira, 11 de Janeiro, a EDP fechou a ceder 1,16% para 2,886 euros.




A sua opinião2
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
comentar
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
mais votado Anónimo 11.01.2018

O Fundo de Riqueza Soberano da Noruega aplica excedentes do Estado em activos diversificados em redor do mundo, de acções e obrigações a imobiliário. Em Portugal usa-se o que o Estado tem e não tem para pagar carreiras no sector público e bancário que não deviam existir e aumentar salários já elevados de modo injustificável muito acima do preço de mercado. É a diferença entre sociedades muito avançadas e outras menos avançadas e sempre à beira da falência e do resgate externo.

comentários mais recentes
Anónimo 11.01.2018

O Fundo de Riqueza Soberano da Noruega aplica excedentes do Estado em activos diversificados em redor do mundo, de acções e obrigações a imobiliário. Em Portugal usa-se o que o Estado tem e não tem para pagar carreiras no sector público e bancário que não deviam existir e aumentar salários já elevados de modo injustificável muito acima do preço de mercado. É a diferença entre sociedades muito avançadas e outras menos avançadas e sempre à beira da falência e do resgate externo.

Anónimo 11.01.2018

As Holandas, Finlândias, Irlandas, Taiwans, Israeis, Noruegas e Dinamarcas deste mundo andam a criar as próximas empresas líderes mundiais nos sectores da IA, robótica, renováveis, nanotecnologia... e pelo meio ainda têm tempo e recursos para emitirem dívida com juro negativo e pensarem em Fundos Soberanos, mostrando assim o seu respeito e cuidado para com todas as gerações e classes de cidadãos. Os Portugais deste mundo gizam mais formas rocambolescas para onerar parte dos cidadãos, em especial os que criam valor orientado por e para o mercado, de modo a subsidiar o nível de vida de assalariados-votantes do universo do Estado cujas tarefas e remunerações já nem têm qualquer razão de ser ou cabimento.

Saber mais e Alertas
pub