Bolsa Novo mínimo dos CTT atira bolsa nacional para terreno negativo

Novo mínimo dos CTT atira bolsa nacional para terreno negativo

A subida das cotadas do sector energético está a ser insuficiente para contrariar o desempenho negativo dos CTT, da Altri e do BCP.
Novo mínimo dos CTT atira bolsa nacional para terreno negativo
Bloomberg
Nuno Carregueiro 06 de novembro de 2017 às 09:28

A bolsa portuguesa aguentou pouco tempo em alta, estando uma hora depois da abertura a acompanhar a tendência de queda que se verifica nas principais praças europeias.

 

O PSI-20 desce 0,46% para 5.343,87 pontos, numa sessão em que os índices europeus estão a ser penalizados pelo sector da banca e das telecomunicações.

 

Em Lisboa o índice português volta a ser castigado pelo desempenho negativo dos CTT, que estão já na quarta sessão consecutiva da quedas fortes, com os investidores a continuarem a sair da cotada devido aos resultados decepcionantes e ao corte nos dividendos.

 

A empresa liderada por Francisco Lacerda cede 3,03% para 3,453 euros e já atingiram um novo mínimo histórico nos 3,451 euros. Esta queda acresce à descida de quase 30% que as acções sofreram nas três sessões anteriores, sendo que desde o início do ano os CTT acumulam já uma queda de 45,55%.

 

Os CTT não são a única cotada a registar fortes quedas neste início de semana. A Altri afunda 4,96% para 5,398 euros depois de ter anunciado na sexta-feira, já depois do fecho da sessão, que registou um resultado líquido de 68 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, o que representa um crescimento de 19,2% face ao mesmo período de 2016. Segundo a Bloomberg, a JB Capital Markets elevou o preço-alvo da cotada de 5,40 euros para 6,00 euros, mas baixou a recomendação de "comprar" para "neutral".

 

Fora do PSI-20 a Cofina também se destaca pela negativa em reacção às contas apresentadas na sexta-feira. As acções da cotada que controla o Jornal de Negócios desvalorizam 5,29% para 0,483 euros, depois de ter reportado um resultado líquido de 1,5 milhões de euros até Setembro, o que representa uma queda de 56,3% face aos primeiros nove meses do ano passado.

 

Entre as cotadas que pesam de forma negativa no PSI-20 esta manhã destacam-se também o BCP (-1,3% para 0,2512 euros) e a EDP, que prossegue a toada negativa depois de na sexta-feira ter revisto em baixa a perspectiva de resultados para este ano.

 

As acções da eléctrica liderada por António Mexia caem 0,24% para 2,949 euros, enquanto a EDP Renováveis consegue inverter a tendência.  A empresa liderada por Manso Neto avança 1,42% para 6,998 euros, depois de na sexta-feira ter sido penalizada pelas alterações regulatórias nos Estados Unidos, um dos seus principais mercados.

 

A impedir maiores quedas no PSI-20 estão outras duas cotadas do sector energético. A REN ganha 0,85% para 2,715 euros depois da empresa liderada por Rodrigo Costa ter reportado na sexta-feira um aumento no lucro de 26,1% para 88,9 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2017 face ao período homólogo.

 

A Galp Energia soma 0,66% para 16,005 euros numa sessão em que o petróleo em Londres avança mais de 1% e negoceia perto dos 63 dólares.




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MOTA ENGIL, A MELHOR Há 2 semanas

Cai e levanta-se logo, um bom sinal, 10.000 vendem 20,000 compram. Ate ao fim do ano, 4.50 euros, as gigantes da bolsa estao a dar o berro, papeleiras bateram no topo, para mim nao e novidade,

forex Há 2 semanas

Ainda vai acabar hoje no verde !!!.... Está a tornar-se uma excelente acção para entrar.

Não se zanguem com o Lacerda Há 2 semanas

Ele só ganha 1 milhãozito por ano. Um milhão não dá para arranjar muito melhor. Um Mexia custa três, e um Bava ou um Granadeiro então nem se fala. Já um Palha da Silva fica mais em conta, mas também é só até a Oi falir e a Pharol ser extinta por, manifestamente, não servir para nada.

Anónimo Há 2 semanas

LAMERDA tem de demitir se. Os analistas já não confiam nesta administração que de correios não percebe NADA. E com o banco vai dar o último rombo nas contas dos CTTs. Na Alemanha as acções dos correios duplicaram de valor. O problema dos CTT tem um nome: LAMERDA.

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