Bolsa OPA ao BPI começa esta terça-feira e vai até 7 de Fevereiro

OPA ao BPI começa esta terça-feira e vai até 7 de Fevereiro

No mesmo dia em que arranca o aumento de capital do BCP, tem início a oferta pública de aquisição lançada pelo CaixaBank ao BPI. Os resultados são conhecidos a 8 de Fevereiro. As ordens podem ser revogadas até dia 2.
OPA ao BPI começa esta terça-feira e vai até 7 de Fevereiro
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A oferta pública de aquisição lançada pelo CaixaBank ao Banco BPI começa esta terça-feira. Trinta minutos depois do arranque da sessão, às 8:30, tem início a operação que se estende por 15 dias e onde os catalães se propõem a pagar 1,134 euros por cada acção que não está nas suas mãos.

É a partir das 8:30 desta terça-feira, 17 de Janeiro, que os actuais accionistas do BPI podem dar ordens de venda na oferta. Em contrapartida, podem também não aceitar a contrapartida e optar por manter a sua posição. 

 

A operação através da qual o grupo catalão pode ficar com 100% do banco, de que agora tem 45,5%, decorre até às 15:30 de dia 7 de Fevereiro, uma hora antes do encerramento da sessão daquela terça-feira.

 

As ordens de venda podem ser dadas até àquela hora mas qualquer accionista que tenha declarado a aceitação e queira revogar a ordem só o pode fazer até dia 2 de Fevereiro.

 

"Os destinatários da oferta deverão ter em consideração que certos intermediários financeiros poderão estabelecer limites próprios antecipados para o prazo de recepção das ordens de venda", alerta o anúncio do banco liderado por Fernando Ulrich.

 

O documento contém ainda o aviso de que "a CMVM, por sua própria iniciativa ou a pedido do oferente, pode prorrogar a oferta em caso de revisão, lançamento de oferta concorrente ou quando a protecção dos interesses dos destinatários o justifique".

Antes da OPA, o CaixaBank é o principal accionista do BPI, com 45,5% do capital. A Santoro, da empresária angolana, controla 18,6% do banco liderado por Fernando Ulrich que, embora a reguladora europeia EBA tenha assumido a venda, não diz se vende ou não a sua posição. A Allianz tem 8,4% do BPI, seguida do Grupo Violas Ferreira Financial, que já admitiu que aliena a sua posição de 2,7%. 




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