Obrigações PCP recusa ideia de Rio sobre imposto para a dívida e lamenta submissão a "mandantes"

PCP recusa ideia de Rio sobre imposto para a dívida e lamenta submissão a "mandantes"

Rui Rio tinha sugerido na segunda-feira, uma redução do IVA, do IRS e do IRC para, em contrapartida, ser criado um imposto consignado ao pagamento dos juros da dívida pública.
PCP recusa ideia de Rio sobre imposto para a dívida e lamenta submissão a "mandantes"
Lusa 13 de dezembro de 2016 às 14:00
O líder comunista, Jerónimo de Sousa, refutou hoje a ideia avançada pelo social-democrata e ex-autarca do Porto Rui Rio de criar um imposto para pagar a dívida externa, insistindo na necessidade de renegociar com credores sem submissão.

"A solução não é essa. Mesmo como devedores temos direitos, de reclamar a renegociação da dívida nos seus montantes, prazos e juros. Há o problema de fundo que é o próprio serviço da dívida - vamos ter de pagar oito mil milhões de euros num ano", descreveu Jerónimo de Sousa.

O secretário-geral do PCP, à margem de um encontro com a Ordem dos Médicos, criticou a atitude daqueles que aceitam, "passivamente, que não é momento para renegociar essa dívida, invocando um argumento inaceitável que é esperemos pelas eleições da Alemanha, França ou Holanda', numa posição de submissão em relação àquilo que é o interesse nacional".

"Devemos afirmarmo-nos como povo e país soberano e não esperar por esses que, afinal, existem - mandantes na União Europeia. Há uns que mandam e uns que obedecem. Nós não aceitamos isso", declarou, lastimando que o país tenha "um 'superavit' de cinco mil milhões de euros que vão para o sorvedouro da dívida".

Rui Rio tinha sugerido na segunda-feira, uma redução do IVA, do IRS e do IRC para, em contrapartida, ser criado um imposto consignado ao pagamento dos juros da dívida pública.



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mais votado Anónimo 13.12.2016


Comemorações Oficiais

FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

Porque é que 7 000 000 de trabalhadores e pensionistas privados têm de ser cada vez mais sacrificados para sustentar a reposição dos salários, das pensões e das mordomias de 1 000 000 de ladrões FP / CGA?

São medidas injustas que vão enterrar os portugueses em mais de 2 000 milhões €, por ano, todos os anos!

Chega de mordomias para os funcionários públicos, são as 35 horas de trabalho, os dias de férias que começam nos 25 dias, as pensões muito acima dos restantes mortais e com muito menos anos de descontos, o bloco de "desculpas" para faltar ao trabalho, as inúmeras greves dos inúteis sindicatos, a impossibilidade de serem despedidos.


comentários mais recentes
Não se percebe a Gentinha PSD Há 2 semanas

Será com estas personagens que o PSD quer disputar a Liderança do País com o Costa ? Quando Muito disputará a liderança da Direita, de quem fica em 2º ou 3º, se não consegue encontrar nas suas Fileiras um Verdadeiro Social Democrata,um apaixonado da Socialdemocracia, então diga adeus á Governação du

Anónimo 14.12.2016

Camarada, tens aprovado o sufoco do povo em impostos e agora está-te armar em Santo?

Anónimo 13.12.2016

Nada de novo ,a primeira bancarrota surge em 1560,a penúltima em 1892 cujo fim de pagamento é efetuado em 2001 tendo o periodo de amortização após negociações pela segunda republica levado 79 anos, permitindo a recuperação da economia e o desfazer do garrote que agora nos impõem.Devemos pagar mas

Dono dos Burros 13.12.2016

Convido os meus 5 burros que já comentaram a notícia, a pagarem as dívidas que lhes dizem respeito.

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