Investidor Privado Pergunta para um milhão de euros: Ainda há margem para aumentar a avaliação bancária?
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Pergunta para um milhão de euros: Ainda há margem para aumentar a avaliação bancária?

A avaliação bancária atingiu, em Dezembro, o valor mais elevado desde a chegada da troika. Rui Serra, economista-chefe da Caixa Económica Montepio Geral, acredita que há margem para mais ganhos.
Pergunta para um milhão de euros: Ainda há margem para aumentar a avaliação bancária?
Raquel Godinho 29 de janeiro de 2018 às 10:21

Cada metro quadrado conseguia, em Dezembro, uma avaliação de 1.150 euros junto dos bancos, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se do valor mais elevado desde Maio de 2011, mê)

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mais votado Porquê o Fascínio justificado do Imobiliário Há 2 semanas

A áurea que o envolve e o fascínio que exerce,
sempre normalmente excedeu
o seu peso objetivamente justificado (em ótica de maximizar rendibilidade/risco) numa carteira de investimentos.
Isto porque:
além de lhe estar associada uma ideia de conservadorismo
e da possibilidade de fazer sonhar com espetaculares mais-valias,
frui de irresistível motivo de atração:
o subjetivismo, que não deixa de caracterizar qualquer esforço de avaliação rigorosa,
deixa ampla margem de liberdade ao voar da imaginação,
sobre o real valor dos seus ativos.
O imobiliário sempre teve e continua a ter, lugar relevante numa carteira de investimentos,
mas justificam-se preocupações de realismo na formulação de expectativas sobre a sua rendibilidade.
Um bom indicador do que será razoável esperar,
poderá ser a rendibilidade efectivamente proporcionada aos seus investidores
pelo mais antigo pós-25 de Abril dos fundos imobiliários portugueses, o Fundimo, da CGD.

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Porquê o Fascínio justificado do Imobiliário Há 2 semanas

A áurea que o envolve e o fascínio que exerce,
sempre normalmente excedeu
o seu peso objetivamente justificado (em ótica de maximizar rendibilidade/risco) numa carteira de investimentos.
Isto porque:
além de lhe estar associada uma ideia de conservadorismo
e da possibilidade de fazer sonhar com espetaculares mais-valias,
frui de irresistível motivo de atração:
o subjetivismo, que não deixa de caracterizar qualquer esforço de avaliação rigorosa,
deixa ampla margem de liberdade ao voar da imaginação,
sobre o real valor dos seus ativos.
O imobiliário sempre teve e continua a ter, lugar relevante numa carteira de investimentos,
mas justificam-se preocupações de realismo na formulação de expectativas sobre a sua rendibilidade.
Um bom indicador do que será razoável esperar,
poderá ser a rendibilidade efectivamente proporcionada aos seus investidores
pelo mais antigo pós-25 de Abril dos fundos imobiliários portugueses, o Fundimo, da CGD.

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