Petróleo Petróleo cai para mínimo de sete meses e já perde quase 20% este ano  

Petróleo cai para mínimo de sete meses e já perde quase 20% este ano  

O aumento da produção por parte da Líbia está a provocar uma nova sessão de quedas no petróleo, que já está abaixo dos 44 dólares na bolsa de Nova Iorque.
Petróleo cai para mínimo de sete meses e já perde quase 20% este ano  
Reuters
Nuno Carregueiro 20 de junho de 2017 às 13:17

O petróleo volta a evoluir em terreno negativo na sessão desta terça-feira, 20 de Junho, com a matéria-prima a ser pressionada pelo aumento da produção por parte da Líbia e da subida das reservas.

 

O WTI, que é negociado em Nova Iorque, cede 1,79% para 43,41 dólares, tendo fixado um mínimo de sete meses nos 43,30 dólares. O Brent, transaccionado em Londres e que serve de referência às importações portuguesas, desvaloriza 1,73% para 46,10 dólares e também transacciona em mínimos desde Novembro do ano passado.

 

Desde o início do ano a matéria-prima já acumula uma queda de quase 20% (WTI cede 19,2% e o Brent cai 18,8%), reflectindo o excesso de oferta que há no mercado, com os cortes na produção efectuados pelos membros da OPEP e outros países aliados a serem insuficientes para compensar o aumento da oferta nos Estados Unidos.

 

A descida das cotações na sessão de hoje é justificada pelos mesmos motivos. A Líbia anunciou um acordo com a Wintershall que vai permitir retomar a produção em pelo menos dois campos petrolíferos, o que vai colocar a produção no país em máximos de quatro anos.

 

Além disso, a Kpler anunciou que a quantidade de petróleo armazenada em tanques atingiu um máximo do ano, nos 111,9 milhões de barris. Sinais de que o problema de excesso de oferta de petróleo só terá tendência para aumentar.

 

"Os últimos desenvolvimentos do lado da oferta dão pouco suporte" às cotações do petróleo, "com o reinício de produção na Líbia, outro aumento no número de poços petrolíferos nos EUA e novo aumento nas reservas no Atlântico", comentou à Bloomberg Harry Tchilinguirian, estratega do mercado de matérias-primas do BNP Paribas.  

   




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Tókamó Há 4 semanas

Quanto mais barato, melhor. Sempre serão mais uns patacos que ficam para sustentar São Bento e Belém. O nosso queridissimo kosta e seus amigos já esfregam as mãos de contentes.

bazanga Há 4 semanas

Que venha para 1€!

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