Petróleo Petróleo desliza mais de 3% após Rússia rejeitar novos cortes de produção

Petróleo desliza mais de 3% após Rússia rejeitar novos cortes de produção

Os preços do petróleo voltaram a deslizar esta terça-feira, a reflectir as notícias que dão conta de que a Rússia não está disponível para implementar mais cortes de produção desta matéria-prima.
Petróleo desliza mais de 3% após Rússia rejeitar novos cortes de produção
Reuters
Sara Antunes 05 de julho de 2017 às 16:01

O Brent, negociado em Londres e de referência para Portugal, está a cair 3,16% para 48,04 dólares. Já o West Texas Intermediate (WTI) desce 3,65% para 45,35 dólares.

 

A queda acentuada dos preços do petróleo surge depois de ter sido noticiado que a Rússia se opôs a qualquer novo corte de produção desta matéria-prima.

 

Moscovo quer manter os cortes de produção de petróleo implementados no início deste ano, mas rejeita que sejam aumentados, defendendo que realizar mais cortes enviaria a mensagem errada ao mercado, segundo fontes do Governo, citados pela Bloomberg.

 

No dia 30 de Novembro, os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) acordaram um corte de produção, em conjunto com outros produtores como o caso da Rússia, de 1,2 milhões de barris por dia. O que foi implementado no arranque de 2017.

 

O objectivo deste corte foi travar a descida dos preços do "ouro negro", algo que tem sido limitado pelo aumento de produção por parte dos EUA.

 

Desde o início deste ano que o petróleo acumula uma queda superior a 15% quer em Londres, quer em Nova Iorque.




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comentários mais recentes
então mas a OPA não foi ao BCP Há 3 semanas


ENTÃO o MONTEPIO não era aquele BANCO que estava falido então e foram ópalo a 1 EURO NESTE PAIS é TUDO MALUCO o outro que está a ABARROTAR de lucros e que tem 51 % do MILENIUM POLACO também cheio de lucros continua a vinte cêntimos MISTÉRIO

Punitor Há 3 semanas

A melhor forma da Rússia combater toda esta geringonça internacional, todo este conjunto de sanções que lhe aplicaram, é aumentar para o triplo a produção e a oferta de petróleo. A coisa abanava a sério...

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