Bolsa Plano "fenomenal" de Trump dá novos máximos históricos a Wall Street

Plano "fenomenal" de Trump dá novos máximos históricos a Wall Street

Os três principais índices norte-americanos estão a negociar em novos recordes, com os investidores animados com o plano de reforma fiscal de Trump, que deverá ser apresentado dentro de duas a três semanas.
Plano "fenomenal" de Trump dá novos máximos históricos a Wall Street
Reuters
Rita Faria 13 de fevereiro de 2017 às 14:38

Os principais índices norte-americanos estão a negociar em novos máximos históricos esta segunda-feira, 13 de Fevereiro, animados pela promessa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de apresentar um plano de reforma fiscal "fenomenal" dentro de duas a três semanas.

 

Em alta pela quinta sessão consecutiva, o Nasdaq ganha 0,34% para 5.753,41 pontos, enquanto o industrial Dow Jones valoriza 0,35% para 20.341,07 pontos, na terceira sessão consecutiva de subidas. O S&P500 marca também um novo recorde, com uma valorização de 0,24% para 2.321,71 pontos.

 

O S&P500 já valorizou mais de 8% desde a vitória de Trump nas eleições presidenciais norte-americanas, a 8 de Novembro, impulsionado pelas expectativas em torno da redução dos impostos para as empresas, diminuição da regulação e aumento dos gastos em infraestruturas.

 

O "rally" só foi interrompido recentemente devido aos receios sobre o impacto das suas políticas proteccionistas, nomeadamente após a sua decisão de proibir a entrada em território norte-americano de cidadãos oriundos de sete países de maioria muçulmana.

 

Esta segunda-feira, o sector farmacêutico está em destaque, depois de a Allergan ter anunciado que vai comprar a Zeltiq Aesthetics por 2,48 mil milhões de dólares. A fabricante do Botox aceitou pagar 56,50 dólares por cada acção da Zeltiq, o que representa um prémio de 14,4% face à cotação de fecho de sexta-feira. As acções da Allergan sobem 0,35% para 247,23 dólares enquanto os títulos da Zeltiq disparam 12,79% para 55,72 dólares. 

Além disso, a Teva Pharmaceuticals apresentou os seus resultados do último trimestre de 2016, que superaram as estimativas, e reafirmou as suas metas de lucros para este ano. A farmacêutica fechou os últimos três meses de 2016 com lucros de 1,38 dólares por acção, acima das estimativas dos analistas que apontavam para 1,35 dólares por acção. As acções da Teva Pharmaceuticals ganham 4,41% para 33,61 dólares. 

Os resultados das empresas vão continuar a concentrar as atenções esta segunda-feira, um dia em que não serão revelados indicadores económicos de relevância nem são esperados discursos de membros da Fed.

 

 

 

 




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comentários mais recentes
Anónimo 14.02.2017

Incrivel, se fosse eleito na Europa um sujeito com o mesmo perfil. O que as agências de rating "raters" ja teriam devastado em classifiçoes lixo.

Anónimo 13.02.2017

O sistema mundial está chipado, aos poucos verão a grandeza que tem D.Trump e que de facto que erra sistematicamente é a sociedade por pensar da mesma forma.
Os territórios formaram se a partir das batalhas, a história faz se da mudança se tiver que acontecer que seja com Trump

kabum 13.02.2017

Aproveitaide a onda, mas vendam rápido!

Não tarda nada a bolha vai rebentar !!!

De plano em plano (leia-se) de 13.02.2017

derrota em derrota, Trump acumula dissabores. China, Japão, UE, Canada, Coreia do Sul, México, imigrantes etc, são itens que iriam ser postos em respeito o que se seguiu foi simples. Alguém lhe segredou que um presidente, tem regras a seguir. O que se vê é a derrota politica e familiar mais o que aí

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