Obrigações Portugal volta ao mercado para financiar até 1.500 milhões a curto prazo

Portugal volta ao mercado para financiar até 1.500 milhões a curto prazo

O IGCP vai ao mercado esta quarta-feira para financiar até 1.500 milhões de euros, num duplo leilão ao curto prazo.
Portugal volta ao mercado para financiar até 1.500 milhões a curto prazo
Pedro Elias
Sara Antunes 10 de novembro de 2017 às 16:14

A agência que gere a dívida pública nacional vai voltar a emitir dívida de curto prazo na próxima quarta-feira, 15 de Novembro. O objectivo é financiar até 1.500 milhões de euros num duplo leilão, de acordo com um comunicado emitido pelo IGCP esta sexta-feira, 10 de Novembro.

"O IGCP vai realizar no próximo dia 15 de Novembro pelas 10:30 horas dois leilões das linhas de BT com maturidades em 18 de Maio de 2018 e 16 de novembro de 2018, com um montante indicativo global entre 1.250 milhões e 1.500 milhões de euros."

Esta semana, o Estado foi ao mercado financiar-se a 10 anos, com a taxa de juro a ser inferior a 2% para este prazo, o que aconteceu pela primeira vez na história. 




A sua opinião9
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo Há 1 semana

O buraco negro Estado Salarial chupa tudo e todos até ao tutano.

comentários mais recentes
lx Há 1 semana

Com o dinheiro dos outros toda a gente sabe governar.

Anónimo Há 1 semana

Finlândia, esse lugar tão pobre, injusto e atrasado, com taxas de juro negativas a 10 anos ( http://www.afr.com/markets/debt-markets/finlands-10year-bond-yield-turns-negative-20160927-grpzqz ). E isto não tem nada a ver com este tipo de actuação: "The number of University staff will reduce by approximately 980 by the end of 2017." ( https://www.helsinki.fi/en/news/the-university-of-helsinki-terminates-570-employees-overall-staff-cuts-total-980 ); "Aalto University announced on Friday that it will shed a total of 316 positions by the end of 2018." ( www.helsinkitimes.fi/finland/finland-news/domestic/13754-aalto-university-to-lay-off-188.html ); "Digitalization has already reduced overall delivery volumes to the level of the 1960s. Therefore, we must adapt and reform our operations in order to ensure that Posti will still maintain its financial capability to build new business in order to compensate for mail delivery." https://www.apex-insight.com/posti-sees-job-cuts-in-the-offing/

Anónimo Há 1 semana

A Holanda já emite dívida a 10 anos com taxas abaixo de zero % ( http://www.reuters.com/article/eurozone-bonds-netherlands/dutch-10-year-bond-yields-turns-negative-for-first-time-idUSL8N19X16F ). O governo Holandês de Mark Rutte, eleito em 2010, reduziu em 12% o número de colaboradores do sector público holandês num mercado laboral já de si tão flexível. Não o fez por maldade ou mania. O processo está ainda em marcha, como o estará em França e tantos outros lugares no mundo mais evoluído ( http://uk.reuters.com/article/uk-dutch-government-jobs-idUKBRE94M0N520130523 ).

Anónimo Há 1 semana

Alemanha, Japão, Suíça... já com taxas negativas a 10 anos. https://www.cnbc.com/2016/07/13/germany-becomes-second-g7-nation-to-issue-10-year-bond-with-a-negative-yield.html

ver mais comentários
pub