Fundos de investimento PPR captaram o dobro dos depósitos em 2017
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PPR captaram o dobro dos depósitos em 2017

A aposta em produtos para a reforma disparou no último ano, com os investidores a procurarem alternativas de investimento mais rentáveis. Entre fundos e seguros, os portugueses aplicaram mais de 2.600 milhões de euros nestes produtos.
PPR captaram o dobro dos depósitos em 2017
Bloomberg
Patrícia Abreu 22 de janeiro de 2018 às 07:00

O investimento em produtos para a reforma disparou, no último ano. Os planos poupança-reforma (PPR), sob a forma de seguro e de fundos, captaram, em 2017, mais de 2.600 milhões de euros. É mais do dobro do valor aplicado

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mais votado O grande PROBLEMA dos fundos de investimento Há 3 dias

O grande PROBLEMA é que não estão a dar ao Investidores o melhor que poderiam dar.
No caso, ir-lhes proporcionando as melhores rendibilidades possíveis, como é claro no artigo acima.
Nele se evidencia a perda do “comboio” do melhor investimento no ano transato,
por desfasamento entre a percepção dos Investidores e a realidade da Bolsa.
O PROBLEMA regista-se há muito na Bolsa Portuguesa.
Mas não se verifica só entre nós:
ocorre em todo o Mundo, em grau em certa medida inverso ao nível de Literacia Financeira (LF).
A mitigação (em tempo em que é prioritário tentar estimular a poupança premiando mais quem poupa para investir),
passa por tentar elevar a LF.
Hoje a forma mais eficaz de o fazer é mobilizar para a tarefa, motivar, informar e apoiar os Bancários em contacto com os Investidores.
Complementarmente e noutra frente de ataque, também ajudaria impor às Gestoras comissões estabelecidas em função dos custos incorridos, e com margens de lucro não superiores a valores típicos europeus

comentários mais recentes
Rendibilidade dos PPRs das principais gestoras Há 3 dias

Por razões familiares acompanho com certa atenção a rendibilidade dos PPRs das principais gestoras Portuguesas.
O valor que obtive para a média das rendibilidades em 2017 é da mesma ordem de grandeza, mas ligeiramente superior ao referido na artigo :
( 3.9% ao invés de 3.7%)
sendo que a diferença não pões em causa o valor publicado, possivelmente resultado de critérios diversos de cálculo.
É de interesse referir as rendibilidades médias anualizadas que calculei este ano para as principais gestoras nos últimos 12 meses, 3 anos e 5 anos:

-Novo Banco: 9.3% ; 5.9%; 6.6%

-IM Gestão: 3.1% ; 1.9 %; 2.8%

-Santander: 1.6%; 1.1% ; 2.3%

-BPI: 1.5% ; 0.7% ; 1.6%

AVISOS:

1-Atenção que os valores não serão diretamente comparáveis por virtude da diferença de risco dos diferentes PPRS.
2-Como norma , também se recorda que :
Resultados passados NUNCA garantem resultados futuros

Fundos de Investimento : Portugal abaixo do ótimo? Há 3 dias

A expansão dos fundos de investimento (FIs) em Portugal
não tem seguido tanto o que seria o interesse objetivo dos Portugueses em otimizarem a sua carteira de investimentos,
mas sim o interesse da Banca em otimizar o seu interesse próprio, em termos do que beneficiam com os Depósitos e com os FIs.
O resultado , num País em que a concorrência é fraca,
(não tanto por culpa dos bancos, mas sim por inércia dos seus clientes, já que a opção por um banco, tal como por um clube desportivo, é normalmente para a vida inteira),
o resultado é que a % da poupança investida em Fis está muito aquém dos valores típicos na Europa,
muitíssimo dos valores típicos nos EUA e na Suécia,
e, o que é mais grave, cremos, do valor que seria teoricamente ótimo para nós.
Solução:
Estimular Bancos a aumentar a sua gama de oferta de FIs
abrindo-a a outras Gestoras que não exclusivamente a própria,
sem excessos nas comissões
e com uma prioridade de proporcionar a melhor qualidade possível aos seus clientes.

O grande PROBLEMA dos fundos de investimento Há 3 dias

O grande PROBLEMA é que não estão a dar ao Investidores o melhor que poderiam dar.
No caso, ir-lhes proporcionando as melhores rendibilidades possíveis, como é claro no artigo acima.
Nele se evidencia a perda do “comboio” do melhor investimento no ano transato,
por desfasamento entre a percepção dos Investidores e a realidade da Bolsa.
O PROBLEMA regista-se há muito na Bolsa Portuguesa.
Mas não se verifica só entre nós:
ocorre em todo o Mundo, em grau em certa medida inverso ao nível de Literacia Financeira (LF).
A mitigação (em tempo em que é prioritário tentar estimular a poupança premiando mais quem poupa para investir),
passa por tentar elevar a LF.
Hoje a forma mais eficaz de o fazer é mobilizar para a tarefa, motivar, informar e apoiar os Bancários em contacto com os Investidores.
Complementarmente e noutra frente de ataque, também ajudaria impor às Gestoras comissões estabelecidas em função dos custos incorridos, e com margens de lucro não superiores a valores típicos europeus

General Ciresp Há 3 dias

Finalmente os portugueses comecam a ter paladar.Perceberam q podem ter melhor vida para alem daquela q hoje vivem:casa ao trabalho e vice versa.Tambem terao percebido q o mirolho penseonario nao e 1 pessoa em quem possam confiar,basta ver o seu passado(GOSMIA sem INSTRUCAO).Mas isto nao sao so rosas

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