Bolsa PSI-20 inverte para os ganhos com Galp e BCP a subir quase 2%

PSI-20 inverte para os ganhos com Galp e BCP a subir quase 2%

As bolsas europeias consolidaram as subidas depois de ter sido revelado que a economia do euro cresceu ao ritmo mais rápido desde 2011. Os resultados da BP estão a puxar pela energia.
PSI-20 inverte para os ganhos com Galp e BCP a subir quase 2%
Miguel Baltazar/Negócios
Rita Faria 01 de agosto de 2017 às 11:20

Depois de um início de sessão negativo, a bolsa nacional já inverteu para o lado dos ganhos, com as subidas da Galp Energia e do BCP a compensarem a queda acentuada dos CTT.

Com oito cotadas em alta, oito em queda e três inalteradas, o PSI-20 avança 0,38% para 5.208,83 pontos, negociando com sinal verde pela segunda sessão consecutiva.

Na Europa, os principais índices também seguem com sinal verde, depois de a BP ter apresentado resultados melhores do que o esperado – as acções da petrolífera valorizam quase 4% - e de ter sido revelado que o PIB da Zona Euro cresceu 2,1% no segundo trimestre, o ritmo mais acelerado desde 2011.

São precisamente as cotadas da energia as que mais contribuem para a subida de 0,49% do índice de referência para a Europa, o Stoxx600, que negoceia nos 379,71 pontos.

A Galp acompanha a tendência positiva do sector com uma valorização de 1,99% para 13,81 euros, um dia depois de ter revelado que os seus lucros subiram 1% no primeiro semestre para 250 milhões de euros.

Ainda na energia, a EDP ganha 0,37% para 3,011 euros, a EDP Renováveis cai 0,04% para 6,751 pontos e a REN valoriza 0,36% para 2,75 euros.

A contribuir para a subida do PSI-20 está também o BCP, que soma 1,86% para 24,59 cêntimos.

Com sinal verde estão ainda a Nos, com as acções a somarem 0,89% para 5,428 euros, e a Mota-Engil, que valoriza 0,46% para 2,391 euros.

Estas subidas ajudam a anular a forte queda das acções dos CTT, que estão a reagir aos resultados apresentados ontem, após o fecho do mercado. A empresa de correios cai 5,13% para 5,23 euros – os títulos chegaram a afundar mais de 8% para mínimos de Abril – depois de ter anunciado que os seus lucros diminuíram 44% no primeiro semestre para 17,7 milhões de euros.