Bolsa PSI-20 sobe pela primeira vez em cinco sessões com BCP e JM a impulsionar

PSI-20 sobe pela primeira vez em cinco sessões com BCP e JM a impulsionar

A bolsa nacional contrariou a tendência negativa das principais praças europeias, apoiada pelas subidas do BCP e da Jerónimo Martins.
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Rita Faria 17 de janeiro de 2018 às 16:41

A bolsa nacional encerrou em alta esta quarta-feira, 17 de Janeiro, depois de quatro sessões consecutivas de perdas, com o PSI-20 a ganhar 0,09% para 5.618,69 pontos. Das 18 empresas que formam o principal índice nacional, sete fecharam em alta, dez em queda e uma inalterada.

 

Lisboa contrariou, desta forma, a tendência negativa das principais praças europeias, que estão a ser penalizadas sobretudo pelas cotadas do sector das telecomunicações, media e banca.

 

O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, desce 0,13% para 397,85 pontos, numa altura em que só as praças de Amesterdão e Lisboa têm sinal verde.

 

Por cá, os ganhos foram motivados sobretudo pelo BCP e pela Jerónimo Martins. Depois de cinco sessões consecutivas de perdas, o banco liderado por Nuno Amado somou 1,14% para 29,24 cêntimos. A retalhista, por seu lado, valorizou 0,43% para 17,40 euros, num dia em que a sua congénere do sector, a Sonae, deslizou 0,66% para 1,198 euros.

 

A contribuir para a tendência positiva do PSI-20 estiveram também a Galp Energia e a EDP Renováveis. A petrolífera valorizou 0,12% para 16,12 euros, acompanhando os ganhos ligeiros da matéria-prima nos mercados internacionais.

 

Já a EDP Renováveis avançou 0,42% para 7,10 euros, enquanto a casa-mãe desceu 0,65% para 2,891 euros. Ainda na energia, a REN ganhou 0,08% para 2,566 euros.

 

A travar maiores ganhos do principal índice nacional estiveram, além da EDP, a Navigator e os CTT. A papeleira recuou 0,96% para 4,55 euros e a empresa de correios caiu 0,85% para 3,49 euros.

 

Depois das fortes descidas, os analistas identificam espaço para uma recuperação das acções da empresa liderada por Francisco Lacerda, com as avaliações a conferirem um potencial de subida superior a 22% aos CTT.