Bolsa Queda da energia arrasta bolsa nacional

Queda da energia arrasta bolsa nacional

A bolsa nacional iniciou a sessão em queda, pressionada pela descida superior a 1% da Galp, mas também pelas quedas do restante sector da energia. Os CTT sobem mais de 1% após a apresentação dos resultados.
Sara Antunes 31 de Outubro de 2016 às 08:05
O PSI-20 desce 0,33% para 4.660,44 pontos, com 12 cotadas em queda, cinco em alta e uma inalterada.

A justificar a queda da praça lisboeta está a descida de 1,08% para 12,355 euros da Galp Energia, numa altura em que os preços do petróleo também estão em queda. O barril do Brent, negociado em Londres e referência para Portugal, está a descer 0,64% para 49,39 dólares.

Mas a Galp não está sozinha. Todo o sector da energia está a pressionar a bolsa nacional. A EDP cai 0,47% para 2,992 euros, a EDP Renováveis perde 0,62% para 6,853 euros e a REN cede 0,11% para 2,641 euros.

A contrariar a tendência estão os CTT, ao subirem 1,10% para 6,172 euros, depois de anunciarem os resultados dos primeiros nove meses do ano. Apesar da queda dos lucros, a empresa manteve a política de dívidendos, distribuindo 48 cêntimos por acção. 

Em alta está também a Corticeira Amorim, depois de ter revelado na sexta-feira, já após o fecho do mercado, que os seus lucros dos primeiros nove meses do ano aumentaram para 55,2 milhões de euros. Além disso, a empresa anunciou ainda o pagamento de um dividendo extraordinário no valor de 8,0 cêntimos.

Do lado oposto, novamente em queda, está o BCP, ao perder 0,48% para 1,244 euros, sendo esta a sexta sessão consecutiva de perdas para o banco liderado por Nuno Amado. Desde que procedeu à fusão de acções, na última segunda-feira, que os títulos não sobem.

Ainda na banca, o BPI cede 0,09% para 1,13 euros, enquanto as unidades de participação do Montepio seguem estáveis nos 43,8 cêntimos. 

A Semapa, que também revelou na sexta-feira já após o fecho do mercados os resultados até Setembro, recua 0,51% para 11,675 euros. A holding que controla a The Navigator Company e a Secil reportou um aumento dos lucros de 8,7% para 71,6 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano.

(Notícia actualizada com mais informação)



A sua opinião1
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo Há 6 dias

n.amado esse eskroke do bcp está a precisar que seja feita justiça pelas próprias mãos dos acionistas.. aquela aberração do bcp ainda não chegou à conclusão que está aprovocar um vendaval no bcp nunca visto e anda à 5 anos a arrastar os acionistas para a ruina?o dia está a chegar não tarda!...

pub