Bolsa Queda de 21% dos CTT anula máximos da Navigator, Renováveis e Mota-Engil

Queda de 21% dos CTT anula máximos da Navigator, Renováveis e Mota-Engil

A bolsa nacional está a contrariar a tendência de ganhos que impera em toda a Europa, com as bolsas em máximos de pelo menos 2015, numa altura em que as acções dos CTT afundam mais de 20%.
Queda de 21% dos CTT anula máximos da Navigator, Renováveis e Mota-Engil
Reuters
Sara Antunes 01 de novembro de 2017 às 11:20
O PSI-20 desce 0,32% para 5.458,06 pontos, com oito cotadas em queda, oito em alta e duas inalteradas. A bolsa nacional contraria assim a tendência de ganhos que impera no resto da Europa, com o Stoxx600, que agrega as 600 maiores cotadas europeias, a tocar mesmo num máximo de 2015.

A queda da bolsa nacional é justificada em grande medida pela desvalorização das acções dos CTT. Os títulos dos correios estão a afundar 21,24% para 3,982 euros, tendo já tocado nos 3,955 euros, o que corresponde a um mínimo histórico. A justificar esta descida abrupta estão os resultados dos primeiros nove meses do ano, que ficaram aquém do esperado, o anúncio de corte de dividendo e a consequente revisão de avaliação por parte de várias casas de investimento. 

Do lado oposto estão cotadas como a Navigator, que está a subir 2,03% para 4,468 euros, tendo já tocado nos 4,484 euros, o que corresponde a um máximo de Maio de 2015. 

A Mota-Engil também trava a queda do índice, ao apreciar 2,55% para 3,536 euros, tendo já negociado no valor mais elevado desde Abril de 2015 (3,576 euros). 

Assim como o grupo EDP, com a eléctrica a subir 1,53% para 3,11 euros e a EDP Renováveis a apreciar 3,34% para 7,337 euros, com a empresa liderada por João Manso Neto a negociar no valor mais elevado desde Janeiro de 2016 ao tocar nos 7,347 euros. A empresa de energias renováveis continua a reflectir os resultados do terceiro trimestre, tendo reportado um aumento expressivo dos lucros nos primeiros nove meses do ano, bem como as indicações deixadas pelos responsáveis aos analistas, nomeadamente em relação às oportunidades de investimento nos EUA.

A travar a subida do principal índice estão cotadas como a Galp Energia, que logo no arranque da sessão chegou a afundar 7%. As acções da petrolífera estão a ceder agora apenas 0,19% para 15,93 euros. 

A queda de 2,58% da Pharol para 0,415 euros, bem como de 1,13% da Corticeira Amorim, que negoceia nos 11,835 euros, também contribuem para a queda do índice.

Fora do PSI-20, destaque para as acções da Impresa, que voltam a registar uma forte subida esta sessão. As acções da empresa dona da SIC e do Expresso sobe 3,47% para 0,388 euros, elevando para mais de 17% a subida nos últimos três dias de negociação.

Destaque também para a Martifer, que está a subir 4,10% para 0,432 euros, tendo já tocado esta manhã nos 0,443 euros, o que corresponde a um máximo de Abril de 2015. Bem como para o BPI, cujas acções sobem 0,60% para 1,167 euros, o que representa o valor mais elevado desde Maio de 2016.



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mais votado Iscoitinho Há 3 semanas

Ontem avisei da subida da Oi e Pharol. Quem acreditou está a ganhar, quem não se aguentou com a queda de ontem...

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Iscoitinho Há 3 semanas

Aproveitem agora, última oportunidade na Pharol até dia 10 de Novembro. Não vendam até lá. Apenas uma ajuda...

Iscoitinho Há 3 semanas

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CTT, IGUAL Á PT, Há 3 semanas

Como é que num Pais tão pequeno Há tantos ladrões, mais outra com o destino marcado como a PT, acionistas ficam na penúria, dentro de pouco tempo as ações estão a 3.00 euros ou menos. tudo a roubar

CONTINUAM A MALHAR NO BCP Há 3 semanas


QUE È PARA AMANHÃ MAMAREM NAS SUBIDAS DOS RATINGS DO MILENIUM BCP E DE PORTUGAL

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