Bolsa Queda de 3% da Corticeira Amorim e recuo do BCP ditam descida da bolsa

Queda de 3% da Corticeira Amorim e recuo do BCP ditam descida da bolsa

A bolsa nacional não resistiu e fechou o dia em queda, numa sessão marcada por uma descida acentuada da Corticeira Amorim.
Queda de 3% da Corticeira Amorim e recuo do BCP ditam descida da bolsa
Bloomberg
Sara Antunes 27 de dezembro de 2017 às 16:45

O PSI-20 desceu 0,08% para 5.379,20 pontos, com 10 cotadas em queda e as restantes oito em alta.  Entre os congéneres europeus a tendência foi, maioritariamente de ganhos, num dia que foi marcado por oscilações, com os principais índices bolsistas a variarem entre ganhos e quedas ligeiras. A ausência de notícias e de investidores – habituais nesta altura do ano – justificam a volatilidade, com a liquidez a ser bastante reduzida, como também é normal nesta época festiva. 

Em destaque estiveram as acções da Corticeira Amorim, já que registaram uma queda de 3,04% para 10,52 euros, sem que tenha sido divulgada qualquer informação que justifique o comportamento. 

A pesar na negociação esteve também o BCP, ao ceder 0,11% para 0,2697 euros, bem como a Jerónimo Martins, que recuou 0,53% para 15,955 euros. 

Do lado oposto, e a travar a descida da bolsa esteve o sector da energia, com a EDP a apreciar 0,98% para 2,897 euros, a EDP Renováveis a subir 0,33% para 6,722 euros, a REN a valorizar 0,61% para 2,464 euros, e a Galp Energia avançou 0,03% para 15,665 euros. 

As acções dos CTT fecharam a sessão a subir 0,28% para 3,55 euros, num dia em que trocaram de mãos mais de 2,28 milhões de acções dos correios, um volume elevado e que compara com os 1,1 milhões de títulos negociados em média por dia nos últimos seis meses. De acordo com a Bloomberg, esta manhã, um bloco de 863.513 acções dos CTT foi transaccionado a um preço de 3,53 euros, o que significa que, numa só operação, trocou de mãos o equivalente a 0,7% do ‘free float’.

Fora do PSI-20, destaque para o BPI que, apesar de ter caído 1,58% para 1,18 euros, chegou a subir mais de 1,5% para 1,22 euros, o que corresponde ao valor mais elevado desde Abril de 2016.


(Notícia actualizada às 16:51 com mais informação)




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