Bolsa Reforma fiscal e crescimento económico nos EUA sustentam Wall Street

Reforma fiscal e crescimento económico nos EUA sustentam Wall Street

As bolsas do outro lado do Atlântico fecharam em alta, animadas com os bons dados económicos dos EUA e com as perspectivas relativas à reforma fiscal no valor de 1,5 biliões de dólares que prevê grandes cortes de impostos.
Reforma fiscal e crescimento económico nos EUA sustentam Wall Street
Reuters
Carla Pedro 21 de dezembro de 2017 às 21:06

O Dow Jones encerrou a somar 0,23% para 24.782,29 pontos e o Standard & Poor’s 500 avançou 0,20% para 2.684,58 pontos.

 

Também o tecnológico Nasdaq Composite ganhou terreno, com uma subida ligeira de 0,06% para 6.965,36 pontos.

 

Os investidores norte-americanos mostraram-se optimistas com os novos dados económicos do país, que reforçaram o panorama de crescimento económico, e com a reforma fiscal ontem aprovada no Congresso – só faltando agora o presidente Donald Trump promulgá-la.

 

O crescimento PIB dos EUA do terceiro trimestre foi revisto em baixa, de 3,3% para 3,2%, mas, ainda assim, foi o ritmo de expansão mais rápido desde o primeiro trimestre de 2015, o que animou os mercados.

 

A impulsionar a negociação bolsista estiveram sobretudo os títulos da energia e do sector financeiro.

 

A categoria da energia cai 4,1% no acumulado do ano e alguns analistas ouvidos pela Reuters dizem que pode haver movimentações nestes últimos dias para tentar reduzir essa perda.

 

A Chevron foi uma das cotadas em destaque, tendo fecho a subir 3,25% para 124,82 dólares. Durante a sessão chegou a atingir um máximo histórico nos 125,35 dólares, depois de a Cowen & Co. ter revisto em alta o preço-alvo para as suas acções em perto de um terço para 160 dólares.




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