Mercados "Reformados demoram mais tempo a mudar de banco", diz Luís Pereira Coutinho

"Reformados demoram mais tempo a mudar de banco", diz Luís Pereira Coutinho

Os reformados representam uma pequena parte dos clientes do Banco CTT. Uma realidade que o presidente da instituição justifica com a inércia desta faixa etária.
"Reformados demoram mais tempo a mudar de banco", diz Luís Pereira Coutinho
Bruno Simão
Raquel Godinho 27 de julho de 2017 às 07:05

O Banco CTT tem já mais de 200 mil clientes. Destes, 86% são jovens e em idade activa. O que significa que apenas uma pequena parte dos clientes da instituição são reformados. Luís Pereira Coutinho espera que esta percentagem venha a aumentar e considera que esta faixa etária demora mais tempo a mudar de banco.


Cerca de 700 mil pensionistas levantam, todos os meses, a sua pensão ao balcão dos CTT. Apesar disso, a percentagem de clientes reformados do Banco CTT é pequena. "Sempre pensámos que teríamos uma parcela de clientes do segmento de reformados mais elevada", considerou o presidente da instituição.


"Os clientes mais jovens reagem mais depressa. Nos reformados, a inércia é maior e estes levam mais tempo a mudar. Mas acreditamos que é uma questão de tempo até que a percentagem de clientes reformados seja maior", explicou em declarações ao Negócios.


Contudo, Luís Pereira Coutinho sublinhou que os "clientes em idade activa são muito interessantes" pela quantidade de produtos que podem subscrever, como crédito à habitação e cartões.  

 

 

 




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