Bolsa Revisão em baixa do PIB dos EUA não trava ganhos em Wall Street

Revisão em baixa do PIB dos EUA não trava ganhos em Wall Street

As bolsas dos Estados Unidos estão em alta, após duas sessões de queda, apesar de o PIB ter sido revisto em baixa de 3,3% para 3,2%.
Revisão em baixa do PIB dos EUA não trava ganhos em Wall Street
Reuters
Rita Faria 21 de dezembro de 2017 às 14:45

Os principais índices norte-americanos estão a negociar em alta esta quinta-feira, 21 de Dezembro, depois de duas sessões consecutivas de perdas.

 

O índice industrial Dow Jones sobe 0,25% para 24.789,02 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq ganha 0,26% para 6.979,24 pontos. Já o S&P500 valoriza 0,19% para 2.683,75 pontos.

 

A expectativa em torno da reforma fiscal nos Estados Unidos alimentou fortes ganhos em Wall Street, mas a aprovação final da nova legislação – a primeira grande vitória de Trump desde o início do mandato – não conseguiu animar as acções na sessão de ontem, com os principais índices a fecharem o dia em queda.

 

Hoje, a tendência é positiva apesar de o crescimento da economia dos Estados Unidos ter sido revisto em baixa de 3,3% para 3,2% no terceiro trimestre, na terceira e última leitura.

 

Antes da abertura do mercado também foi revelado que os pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos subiram em 20 mil para 245 mil na semana passada, o maior aumento desde a primeira semana de Setembro.

 

Ontem, a reforma fiscal dos Estados Unidos recebeu o "ok" final na Câmara dos Representantes e no Senado. De acordo com a Reuters, não é certo quando é que nova legislação vai ser promulgada pelo presidente, já que a Câmara dos Representantes prepara-se para votar um plano de financiamento com o objectivo de evitar um "shutdown" do governo.

 

Líderes republicanos e o próprio presidente, Donald Trump, haviam garantido que a reforma seria assinada ainda esta semana, mas fontes citadas pela Bloomberg garantem que isso só acontecerá no dia 3 de Janeiro.

 

A expectativa do mercado é que o alívio do imposto sobre as empresas de 35% para 21% impulsione os lucros, aumente a recompra de acções e incremente os dividendos. 




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