Bolsa Ricos da bolsa ganharam três mil milhões em 2017
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Ricos da bolsa ganharam três mil milhões em 2017

O último ano permitiu às famílias com as participações mais valiosas na bolsa aumentar o valor potencial das suas fortunas. As famílias Queiroz Pereira e Soares dos Santos foram as que mais ganharam, num ano em que apenas Champalimaud perdeu.
Ricos da bolsa ganharam três mil milhões em 2017
Pedro Elias/Negócios
Patrícia Abreu 02 de janeiro de 2018 às 23:20

Os donos das posições mais valiosas na bolsa portuguesa ficaram mais ricos no último ano. A forte valorização de grande parte das cotadas da bolsa nacional, em 2017, permitiu engordar as fortunas dos empresários )

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mais votado Quem mais precisa de atenção não são os Ricos ! 03.01.2018

Olhem menos para os Ricos e mais para os Pequenos Aforradores/Investidores.
Os Ricos têm a servi-los os maiores especialistas em Bolsa.
E principalmente os maiores especialistas em “otimização fiscal” (vulgo utilização de off shores e soluções tutti quanti).
Os Pequenos Aforradores/Investidores, aqueles cujos consultores financeiros são os Gestores de Conta de boa vontade dos Bancos, e cujos consultores fiscais são apenas e tão só os funcionários do IRS que lhes tiram dúvidas (com otimização fiscal, mas a favor do Estado), esses, sim, é que precisam de mais atenção.
E já que não parece haver por parte dos poderosos grande interesse em promover e elevar o seu grau de literacia financeira (no sentido de que possam aproveitar mais e melhor o que a Gestão de Ativos -para os/as socialites, designada por Wealth Management – lhes pode oferecer) então que a melhor Imprensa, sempre a última trincheira dos humildes, chame a si tal papel, e faça por tal Causa o que puder e lhe deixarem fazer.

comentários mais recentes
RE: artista 03.01.2018

Quem Trabalha e, melhor ainda, quem trabalha com produtividade e consegue gerar mais valor do que absorve à Sociedade, é merecedor de todos os incentivos, e digno de não ser olvidado.
Recorde-se com respeito Belmiro de Azevedo, Américo Amorim, António Champalimaud, Alfredo da Silva e muitos outros, que seguramente deram ao País muitíssimo mais do que o País lhes deu.
Mas infelizmente, aqui ou em qualquer parte do mundo, serão muitos os nascidos em berço de ouro que dissipam mais valor do que criam.
Estou-me a lembrar de nomes bem conhecidos em Portugal.
Mas que sejam os Tribunais a julgá-los, e a memória das suas vítimas a exprobá-los.

artista 03.01.2018

Parace-me que a Patricia não teve prendas no Natal. Está ressabida com os ricos.
Vem até Braga e não invejes quem trabalha e quem cria valor.

Quem mais precisa de atenção não são os Ricos ! 03.01.2018

Olhem menos para os Ricos e mais para os Pequenos Aforradores/Investidores.
Os Ricos têm a servi-los os maiores especialistas em Bolsa.
E principalmente os maiores especialistas em “otimização fiscal” (vulgo utilização de off shores e soluções tutti quanti).
Os Pequenos Aforradores/Investidores, aqueles cujos consultores financeiros são os Gestores de Conta de boa vontade dos Bancos, e cujos consultores fiscais são apenas e tão só os funcionários do IRS que lhes tiram dúvidas (com otimização fiscal, mas a favor do Estado), esses, sim, é que precisam de mais atenção.
E já que não parece haver por parte dos poderosos grande interesse em promover e elevar o seu grau de literacia financeira (no sentido de que possam aproveitar mais e melhor o que a Gestão de Ativos -para os/as socialites, designada por Wealth Management – lhes pode oferecer) então que a melhor Imprensa, sempre a última trincheira dos humildes, chame a si tal papel, e faça por tal Causa o que puder e lhe deixarem fazer.

Quem mais precisa de atenção não são os Ricos ! 03.01.2018

Olhem menos para os Ricos e mais para os Pequenos Aforradores/Investidores.
Os Ricos têm a servi-los os maiores especialistas em Bolsa.
E principalmente os maiores especialistas em “otimização fiscal” (vulgo utilização de off shores e soluções tutti quanti).
Os Pequenos Aforradores/Investidores, aqueles cujos consultores financeiros são os Gestores de Conta de boa vontade dos Bancos, e cujos consultores fiscais são apenas e tão só os funcionários do IRS que lhes tiram dúvidas (com otimização fiscal, mas a favor do Estado), esses, sim, é que precisam de mais atenção.
E já que não parece haver por parte dos poderosos grande interesse em promover e elevar o seu grau de literacia financeira (no sentido de que possam aproveitar mais e melhor o que a Gestão de Ativos -para os/as socialites, designada por Wealth Management – lhes pode oferecer) então que a melhor Imprensa, sempre a última barreira dos humildes , chame a si tal papel, e faça por tal Causa o que puder e lhe deixarem fazer.

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