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Ritmo de aplicações no Tesouro é o dobro dos depósitos

Os instrumentos de poupança do Estado são uma das aplicações cada vez mais favoritas em detrimento dos depósitos da banca.
Ritmo de aplicações no Tesouro é o dobro dos depósitos
Reuters
Rui Barroso 19 de abril de 2017 às 00:01

Depósitos a perder dinheiro. Instrumentos de poupança do Estado a seduzir cada vez mais investidores. Desde o lançamento dos Certificados do Tesouro Poupança Mais , em Outubro de 2013, o ritmo de entrada de dinheiro em produtos

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mais votado Anónimo Há 6 dias

O excedentário é pago com impostos e dívida pública com origem em credores externos. O sobrepagamento efectuado ao excedentário ainda lhe dá para aforrar e adquirir títulos de dívida junto do Estado. Depois o Estado cobra mais impostos e emite mais dívida junto de credores externos e títulos de tesouro para os excedentários, cada vez em maior número face às necessidades e cada vez mais sobrepagos por via de progressões e outros bónus, comprarem. De seguida vem eleição e o excedentário vota em quem promove o excedentarismo e endivida e taxa o resto da população para sustentar esta forma de pilhagem e extorsão continuada. De seguida entram os bancos cá do burgo. Concedem créditos de todos os tipos, formas e feitios aos excedentários e exigem ao governo mais excedentários para terem mais clientes a quem conceder mais crédito. Os juros sobem. Nova ronda de aumentos a pedido dos sindicatos dos excedentários e a pedido dos bancos. Bancarrota. Troika. Governo impopular por um mandato. Repete.

comentários mais recentes
Anónimo Há 6 dias

A 10 anos o juro é ainda uma enormidade se comparado com os juros negativos da dívida japonesa, alemã e suíça. Os governos da Suécia, Holanda e França estão a ser pagos para pedir emprestado na maioria dos prazos! Até Espanha e Itália pedem emprestado e são pagos por isso nos prazos mais curtos de até 2-3 anos! Nem no prazo mais curto a dívida que a República Portuguesa emite tem um juro negativo. Não o tem em prazo algum. Espanha, França e Itália, como termo de comparação, têm. Portugal porque não flexibiliza, moderniza e dinamiza os mercados de factores produtivos, está a ser sugado e parasitado por credores abutres, grupo ao qual muitas famílias portuguesas se juntaram.

Anónimo Há 6 dias

Quer seja na banca ou no restante sector público oficial ou oficioso, a base do problema tem sido sempre a mesma: excedentarismo. O excedentarismo é a sobrealocação de factor produtivo trabalho sem procura real na economia, que quando associado ao fenómeno do sobrepagamento (pagamento acima do preço de mercado), torna os Estados, as economias e as sociedades em Estados insustentáveis, economias pouco competitivas e sociedades iníquas. Chama-se por isso a isto uma crise de equidade e sustentabilidade.

Anónimo Há 6 dias

Quando estoirar o default socialista, as muitas famílias vão representar o papel austero e reivindicativo que tanto criticavam ao FMI e à União Europeia. Vão querer o seu dinheiro de volta com todos os juros devidos.

Anónimo Há 6 dias

O excedentário é pago com impostos e dívida pública com origem em credores externos. O sobrepagamento efectuado ao excedentário ainda lhe dá para aforrar e adquirir títulos de dívida junto do Estado. Depois o Estado cobra mais impostos e emite mais dívida junto de credores externos e títulos de tesouro para os excedentários, cada vez em maior número face às necessidades e cada vez mais sobrepagos por via de progressões e outros bónus, comprarem. De seguida vem eleição e o excedentário vota em quem promove o excedentarismo e endivida e taxa o resto da população para sustentar esta forma de pilhagem e extorsão continuada. De seguida entram os bancos cá do burgo. Concedem créditos de todos os tipos, formas e feitios aos excedentários e exigem ao governo mais excedentários para terem mais clientes a quem conceder mais crédito. Os juros sobem. Nova ronda de aumentos a pedido dos sindicatos dos excedentários e a pedido dos bancos. Bancarrota. Troika. Governo impopular por um mandato. Repete.

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