Bolsa Sonae sobe 3,5% para máximos de 2015 e deixa PSI-20 no verde

Sonae sobe 3,5% para máximos de 2015 e deixa PSI-20 no verde

A bolsa nacional fixou-se em terreno positivo, impulsionada pelo BCP e pela Sonae, que segue em máximos de dois anos e meio, depois de ter revelado uma subida das vendas.
Sonae sobe 3,5% para máximos de 2015 e deixa PSI-20 no verde
Miguel Baltazar/Negócios
Rita Faria 25 de janeiro de 2018 às 10:05

Depois de ter oscilado entre ganhos e perdas muito ligeiras no início da sessão, a bolsa nacional fixou-se em terreno positivo, com o PSI-20 a valorizar 0,31% para 5.769,99 pontos. Das 18 empresas que formam o principal índice nacional, sete estão em queda, oito em alta e três inalteradas.

 

Na Europa, as principais praças bolsistas também seguem com sinal verde, à excepção de Atenas e Frankfurt. Isto numa altura em que o mercado aguarda pelas conclusões da reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) que decorre esta quinta-feira.

 

Apesar de não serem esperadas alterações aos juros, os investidores vão estar atentos às palavras de Mario Draghi, que deverá tentar tranquilizar o mercado em relação à retirada dos estímulos à economia.

 

Nesta altura, o índice de referência para a Europa, o Stoxx600, desce 0,10% para 400,39 pontos.

 

Em Lisboa, o BCP e a Sonae são as empresas que mais impulsionam o índice nacional. O banco liderado por Nuno Amado soma 0,43% para 32,79 cêntimos, enquanto a Sonae valoriza 3,5% para 1,27 euros, o valor mais alto desde Agosto de 2015.

 

Esta evolução acontece depois de a empresa liderada por Paulo Azevedo ter anunciado ontem que fechou 2017 com vendas no retalho de 5,5 mil milhões de euros, um aumento de 6,9% face ao ano anterior.

 

Considerando apenas o quarto trimestre, as vendas aumentaram para 1.536 milhões de euros, 3% acima do esperado pelos analistas do BPI que, numa nota de análise divulgada esta quinta-feira sublinham a "forte" evolução das receitas.

 

Também o CaixaBI sublinha o "elevado" crescimento de vendas em 2017. "A unidade de Retalho Alimentar apresentou valores positivos de vendas like-for-like, o que evidencia o sucesso da sua estratégia comercial. Salienta-se, igualmente as contribuições positivas da Worten e da Sonae S&F", acrescenta a unidade de investimento da CGD.

 

A contribuir para a subida do PSI-20 estão também a Jerónimo Martins, que avança 0,69% para 17,50 euros, e a EDP, que valoriza 0,66% para 2,902 euros, depois de ter revelado que a sua produção de electricidade se manteve relativamente estável em 2017  face a 2016, com um acréscimo de 0,1%. Apesar da eléctrica contar com mais potência devido a novas centrais eólicas, a seca registada em Portugal afectou negativamente o resultado. Ainda na energia, a EDP Renováveis desce 0,14% para 7,05 euros e a Galp Energia valoriza 0,06% para 16,44 euros.

 

Do lado das subidas estão igualmente a Mota-Engil e os CTT. A construtora sobe 1,38% para 4,05 euros enquanto a empresa de correios soma 0,34% para 3,566 euros.




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MALDITO DIOGO PAN .... perdão CAVALEURO 25.01.2018

QUE ONTEM ao INVENTAR aquela NOTICIA MALUCA sobre o MILENIUM BCP tirou - lhe a ENERGIA senhor diogo PAN ..... perdão CACALGADURA agora deveria FICAR de DIARREIA pelo menos ATÉ á PASCOA

Anónimo 25.01.2018

É uma grande empresa a Pharol.
Ainda hoje fecha a subir e muito.

Esguicho 25.01.2018

Amigo Enrab, Sonae está bem e recomenda-se. Este percurso,para quem conhece o grupo, era previsível, pois desde Abril de 2015 tem sido penalizada injustamente...mas o mercado é assim mesmo!Penso que em 90 dias evoluirá até 1,4 ou 1,5€ .Está sólida e se não houver colapso geral,creio que assim será !

Ex-Lusa Atenas 25.01.2018

Segundo Yves Bernard e Jean-Claude Coli, a noção de tendência refere-se pois, em princípio, à orientação da evolução de um fenómeno num longo período. Somente por extensão se fala em tendência a curto prazo, como, por exemplo, quando se diz que "as tendências da conjuntura são expansionistas". A observação económica tem, aliás, por objetivo vislumbrar, por trás das variações ocasionais dos fenómenos, o sentido e o ritmo da sua evolução tendencial. A análise económica visa nomeadamente revelar os factores explicativos que caraterizam as evoluções tendenciais. O conhecimento das tendências é evidentemente essencial à política económica, já que esta tende cada vez mais a apoiar-se em previsoes. Pode mesmo dizer-se que um dos objetivos fundamentais da política económica consiste, quando se aplica ou ao longo prazo, em encorajar ou, pelo contrário, em contrariar as tendências espontaneamente observadas na economia.
Cumprimentos e bons negócios

Ex-Lusa Atenas

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