Bolsa S&P 500 e Nasdaq rondam novos recordes com tecnologias e energia a darem fôlego

S&P 500 e Nasdaq rondam novos recordes com tecnologias e energia a darem fôlego

As bolsas norte-americanas voltaram a encerrar em terreno misto, tal como ontem, com o Standard & Poor’s 500 e o Nasdaq em torno dos máximos históricos e o Dow Jones a resvalar ligeiramente.
S&P 500 e Nasdaq rondam novos recordes com tecnologias e energia a darem fôlego
Bloomberg
Carla Pedro 10 de maio de 2017 às 21:46

O Dow Jones terminou a sessão desta quarta-feira a ceder 0,16% para 20.943,11 pontos, uma vez mais não conseguindo fechar no verde mas a apresentar um recuo muito marginal.

 

Em contrapartida, o Standard & Poor’s 500 avançou 0,11% para 2.399,64 pontos, a ronda o máximo histórico atingido na véspera, nos 2.403,87 pontos.

 

Também o tecnológico Nasdaq Composite fechou a valorizar, ao somar 0,14% para 6.129,14 pontos, estabelecendo assim um novo recorde de fecho. Na negociação intradiária de ontem, fixou o valor mais alto de sempre, nos 6.133,00 pontos.

 

A boa performance das tecnológicas deu gás ao Nasdaq e os ganhos do petróleo impulsionaram as cotadas da energia e sustentaram o S&P 500.

 

Em contraciclo nas tecnologias esteve a Snap Inc., depois de reportar, a seguir ao fecho das bolsas do outro lado do Atlântico, que a sua aplicação Snapchat captou menos utilizadores no primeiro trimestre do que aquilo que tinha previsto.

 

Segundo a Bloomberg, esta menor conquista de utilizadores é um sinal de que a jovem empresa poderá ter problemas em expandir a sua audiência quando a gigante Facebook está a replicar as suas características mais populares.

 

A Snap, que fechou a sessão regular desta quarta-feira a valer 22,98 dólares, segue a cair para 18,15 dólares na negociação fora de horas em Nova Iorque.

No cômputo geral, o dia de hoje foi novamente de maior cautela por parte dos investidores, o que explica o facto de as subidas e descidas dos principais índices terem sido pouco expressivas. Isto numa altura em que o mercado avalia a decisão do presidente norte-americano, Donald Trump, de demitir o director do FBI, James Comey.

 




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