Crédito Taxas de juro no crédito à habitação sobem para o valor mais alto desde Fevereiro

Taxas de juro no crédito à habitação sobem para o valor mais alto desde Fevereiro

Os juros implícitos nos contrato de crédito à habitação aumentaram ligeiramente em Novembro pelo segundo mês consecutivo. O capital em dívida também subiu.
Taxas de juro no crédito à habitação sobem para o valor mais alto desde Fevereiro
Miguel Baltazar
Rita Faria 20 de dezembro de 2017 às 11:29

A taxa de juro implícita no crédito à habitação subiu, em Novembro, pelo segundo mês consecutivo, atingindo o valor mais elevado desde Fevereiro, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quarta-feira, 20 de Dezembro.

De acordo com os dados do INE, os juros implícitos no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixaram-se em 1,017% no mês passado, o que traduz um ligeiro aumento face à taxa observada em Outubro (1,016%).  

O valor de Novembro é o mais alto desde Fevereiro, mês em que a taxa se fixou em 1,018%. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro foi de 1,660% no mês em análise, o que representa uma redução de 2,6 pontos face a Outubro.

Para os empréstimos com o objectivo de financiar a aquisição de habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos subiu de 1,038% para 1,039%, a mais elevada em quase um ano (Janeiro).

Em sentido contrário, o valor médio da prestação vencida desceu 1 euro, fixando-se em 239 euros. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação foi 316 euros em Novembro (326 euros no mês precedente).

Já o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos aumentou 75 euros em Novembro, face ao mês anterior, atingindo um total de 51.646 euros.




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