Crédito Taxas implícitas no crédito regressam às descidas

Taxas implícitas no crédito regressam às descidas

As taxas de juro implícitas no crédito à habitação atingiram em Junho um novo mínimo. Já a prestação média do crédito da casa ficou inalterada pelo 10.º mês.
Taxas implícitas no crédito regressam às descidas
Patrícia Abreu 20 de julho de 2017 às 11:18

Depois de terem permanecido estáveis, em Maio, as taxas de juro implícitas no crédito à habitação voltaram a descer no mês passado, atingindo um novo mínimo histórico. Já a prestação média ficou inalterada pelo décimo mês, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).


"A taxa de juro implícita no crédito à habitação desceu de 1,012% em Maio, para 1,007% em Junho", refere o INE, num documento divulgado esta quinta-feira. Já nos novos contratos, realizados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita foi 1,766% em Junho, mais 10,6 pontos que no mês anterior.


Para o destino de financiamento Aquisição de Habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, "a taxa de juro implícita para o total dos contratos foi 1,027%, valor 0,3 pontos base inferior ao observado no mês anterior (1,030%)", enquanto nos novos empréstimos, "a taxa de juro para este mesmo destino de financiamento passou de 1,624% em Maio para 1,766% no mês seguinte".


Tal como tem acontecido nos últimos meses, o valor médio da prestação vencida para o conjunto dos contratos manteve-se em 237 euros pelo décimo mês consecutivo. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a prestação aumentou de 289 euros para 308 euros.


"O capital médio em dívida em Junho, para a totalidade dos contratos, diminuiu três euros face ao mês anterior, para 51.532 euros", adianta o INE.




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