Crédito Taxas máximas no crédito ao consumo voltam a descer no segundo trimestre

Taxas máximas no crédito ao consumo voltam a descer no segundo trimestre

Contratar um crédito ao consumo terá taxas de juro mais baixas a partir de Março, face às praticadas actualmente. A excepção é no crédito pessoal para educação, saúde ou energia.
Taxas máximas no crédito ao consumo voltam a descer no segundo trimestre
Correio da Manhã
Sara Antunes 09 de março de 2017 às 12:52

As taxas de juro máximas que as instituições financeiras poderão praticar vão voltar a descer a partir do segundo trimestre do ano, de acordo com a informação divulgada esta quinta-feira, 9 de Março, pelo Banco de Portugal.

 

A única excepção é no segmento de crédito pessoal para edução, saúde, energias renováveis e locação financeira de equipamentos, com a taxa máxima a passar dos actuais 5,5% para os 5,6%.

 

Já as taxas de cartões de crédito, linhas de crédito, contas correntes e facilidades de descoberto vão descer para 16,7%, quebrando a fasquia dos 17% pela primeira vez desde que o Banco de Portugal passou a determinar as taxas máximas do crédito (2010). Uma taxa idêntica terá o segmento de ultrapassagens de crédito, algo também nunca antes visto.

 

Consolidar empréstimos também terá uma taxa máxima mais baixa: 14,1%.

 

No crédito automóvel o comportamento é semelhante em todos os segmentos. A mais baixa é praticada na locação financeira ou ALD para veículos novos (5,4%). Nos usados a taxa máxima será de 6,5%. Os contratos com reserva de propriedade e outros, para veículos novos, terão uma taxa máxima de 10%, enquanto nos usados este valor poderá chegar aos 12,6%. Em qualquer um dos casos estas taxas são as mais baixas desde que o Banco de Portugal publica estes valores.


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