Bolsa Tecnologias regressam aos ganhos e trazem brilho ao Nasdaq

Tecnologias regressam aos ganhos e trazem brilho ao Nasdaq

As bolsas norte-americanas fecharam em alta, com o sector tecnológico a recuperar das recentes quedas e a dar o mote à tendência de subida desta segunda-feira no outro lado do Atlântico.
Tecnologias regressam aos ganhos e trazem brilho ao Nasdaq
Reuters
Carla Pedro 10 de julho de 2017 às 21:11

O Standard & Poor’s 500 encerrou a somar 0,10% para 2.427,54 pontos e o índice tecnológico Nasdaq Composite acompanhou a tendência e avançou 0,38% para se fixar nos 6.176,39 pontos.

 

Os títulos tecnológicos, bastante castigados nos últimos tempos, estiveram assim a corrigir das fortes quedas da semana passada – num movimento que iniciou na passada sexta-feira.

 

Em contrapartida, o Dow Jones cedeu no fecho, mas muito marginalmente, terminando a resvalar 0,03% para 21.408,52 pontos.

 

Além das tecnologias, também as matérias-primas estiveram hoje em destaque do lado dos ganhos. Os títulos ligados à energia foram especialmente sustentados pela retoma dos preços do petróleo.

 

Depois de ter completado o maior ciclo de ganhos deste ano, o petróleo voltou ao desempenho negativo, no final da semana passada, após terem sido anunciados dados que apontam para o aumento de produção nos EUA. No entanto, hoje os preços da matéria-prima recuperaram, com o mercado na expectativa de que a Líbia e a Nigéria se juntem aos esforços de cortes de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo. Aqueles dois países, recorde-se, tinham ficado isentos dos cortes de produção por terem sido afectados por conflitos.

 

Os investidores estão também atentos a novos dados neste sector que são esperados para amanhã.

 

A Agência Internacional de Energia (AIE) publica o relatório de 2017 sobre o investimento mundial em energia e o Instituto Americano do Petróleo (API, que é uma entidade privada) divulga as suas estimativas para os inventários de crude na semana passada nos Estados Unidos – que serão depois comparadas com os dados oficiais, no dia seguinte, apresentados pela Administração de Informação em Energia (EIA – sob a tutela do Departamento norte-americano da Energia).

 

Além disso, a EIA apresentará amanhã as suas perspectivas para a energia no curto prazo.




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