Bolsa Tensões geopolíticas colocam Wall Street no vermelho

Tensões geopolíticas colocam Wall Street no vermelho

As bolsas dos Estados Unidos abriram em queda, numa altura em que as crescentes tensões geopolíticas estão a fazer os investidores recuar. O mercado também aguarda pelos resultados das empresas.
Tensões geopolíticas colocam Wall Street no vermelho
Reuters
Rita Faria 11 de abril de 2017 às 14:36

Os principais índices norte-americanos abriram pouco alterados esta terça-feira, 11 de Abril, com os investidores a manterem uma postura cautelosa face às crescentes tensões geopolíticas relacionadas com a Síria e Coreia do Norte, e antes da apresentação de resultados do primeiro trimestre.

 

O índice industrial Dow Jones desce 0,17% para 20.623,05 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq recua 0,22% para 5.868,26 pontos. Já o S&P500 perde 0,25% para 2.351,33 pontos.

 

Esta terça-feira, numa mensagem publicada no Twitter, Donald Trump, disse que Pyongyang "está à procura de problemas", depois de, no sábado, os Estados Unidos terem deslocado um porta-aviões para a península norte-coreana, uma decisão justificada pelo "comportamento provocatório" das autoridades lideradas por Kim Jon-un.

 

Um dia antes, os Estados Unidos atacaram uma base aérea na Síria – em resposta ao uso de armas químicas – o que levou os aliados do presidente Bashar al Assad a avisar que o país ultrapassou todos os limites e que haverá resposta em caso de novo ataque.

 

A motivar cautela por parte dos investidores está ainda a apresentação de resultados das empresas, relativos ao primeiro trimestre deste ano, que arranca já esta quinta-feira. Nesse dia, as contas do JP Morgan e do Citigroup estarão em destaque.

 

Esta terça-feira, Donald Trump vai reunir-se com cerca de 20 presidentes executivos de grandes empresas, incluindo a General Motors, IBM e Wal-Mart, numa altura em que procura garantir apoio para os seus planos de reforma fiscal, reforço dos gastos em infra-estrutura e redução da regulamentação. 




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