Obrigações Tesouro regressa ao mercado de dívida de curto prazo na próxima semana

Tesouro regressa ao mercado de dívida de curto prazo na próxima semana

A agência que gere o crédito público anunciou um leilão de Bilhetes do Tesouro a três e a 11 meses para a próxima quarta-feira. Montante indicativo é de entre 1.000 milhões e 1.250 milhões de euros.
Tesouro regressa ao mercado de dívida de curto prazo na próxima semana
Pedro Elias
Rui Barroso 16 de junho de 2017 às 16:44

Após a emissão de Obrigações do Tesouro a cinco e a dez anos da passada quarta-feira, o Estado regressa aos mercados na próxima semana. Desta vez para fazer uma operação de financiamento de prazos curtos. A agência que gere o crédito público confirmou esta sexta-feira, 16 de Junho, a realização de um duplo leilão a três e a 11 meses, que estava já prevista nas linhas de actuação para o financiamento no segundo trimestre.

 

O Tesouro conta obter entre 1.000 milhões e 1.250 milhões de euros através de Bilhetes do Tesouro com maturidade em Setembro deste ano e Maio de 2018. No mercado secundário, que serve como um barómetro sobre as taxas da operação, estas duas linhas negoceiam com juros negativos, de -0,344% e -0,27%, respectivamente.

 

Apesar da emissão recorrente de BT, o impacto líquido destes instrumentos no financiamento do Estado deverá ser praticamente nulo, segundo as previsões do IGCP. A principal fonte de financiamento são os títulos de dívida de médio e longo prazo. Além dos prazos menores, os BT têm também uma menor percepção de risco por parte dos investidores já que no passado, como no caso da Grécia, não foram incluídos em reestruturações de dívida. 




A sua opinião5
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo 16.06.2017

As reformas pararam e o despesismo com salários injustificáveis e futuras pensões disparou, iniciando a contagem decrescente para o próximo resgate à República. O engano ou ilusão que se viveu entre 2005 e 2010 está a ser minuciosamente replicado pelo novo governo socialista. Não tenhamos dúvidas disto. Portugal julga-se imune à quarta revolução industrial e mais uma vez opta por não participar nela ou não se adaptar a ela julgando ser possível viver como economia de elevado rendimento usando o paradigma do funcionalismo público excedentário alavancado pelo crédito bancário e tendo uma fé inabalável no turismo.

comentários mais recentes
Anónimo 17.06.2017

Então mas vamos despedir as pessoas assim sem mais nem menos mesmo que elas já não tenham desde há muito qualquer tarefa justificável a cumprir na organização que as emprega e tem remunerado? Claro que não. Aumentem-se as comissões, as contribuições e os impostos às "não pessoas" que são os clientes ou utentes da organização e os contribuintes. O nível de vida das pessoas tem que ser salvo e mantido em elevado patamar custe lá o que custar. Haja humanidade. Tenham as pessoas em consideração. As não pessoas que paguem e não bufem.

Conselheiro de Trump 17.06.2017

Ja nem sei se isto e SEDE ou VICIO.Estara o pais DIABETICO?Ajuntar ao TUMOR maligno,estamos bem entregues.Sede dos copos.Tumor das mulheres.Bonito servico.

Anónimo 16.06.2017

As reformas pararam e o despesismo com salários injustificáveis e futuras pensões disparou, iniciando a contagem decrescente para o próximo resgate à República. O engano ou ilusão que se viveu entre 2005 e 2010 está a ser minuciosamente replicado pelo novo governo socialista. Não tenhamos dúvidas disto. Portugal julga-se imune à quarta revolução industrial e mais uma vez opta por não participar nela ou não se adaptar a ela julgando ser possível viver como economia de elevado rendimento usando o paradigma do funcionalismo público excedentário alavancado pelo crédito bancário e tendo uma fé inabalável no turismo.

Anónimo 16.06.2017

Outra vez aos mercados a dívida cresce que medo

ver mais comentários
pub
pub
pub
pub