Bolsa Títulos do retalho sobem com Black Friday e dão recordes a Wall Street

Títulos do retalho sobem com Black Friday e dão recordes a Wall Street

As principais bolsas dos EUA encerraram em alta, impulsionadas sobretudo pelos títulos da energia e pelo sector do retalho no dia oficial de descontos que marca o arranque da época natalícia. O Nasdaq e o S&P 500 atingiram novos máximos históricos.
Títulos do retalho sobem com Black Friday e dão recordes a Wall Street
Reuters
Carla Pedro 24 de novembro de 2017 às 18:10

O Standard & Poor’s 500 fechou a somar 0,21% para 2.602,43,02 pontos, tendo durante a negociação marcado um novo máximo histórico nos 2.604,21 pontos.  Por seu lado, o Dow Jones avançou 0,14% para 23.557,99 pontos.

 

Também o tecnológico Nasdaq Composite negociou no verde, a subir 0,32% para 6.889,16 pontos. Durante a sessão, chegou a tocar num valor nunca antes alcançado: os 6.890,02 pontos.

 

Depois de ontem os mercados norte-americanos terem estado encerrados devido à celebração do Dia de Acção de Graças, hoje reabriram mas funcionaram com horário reduzido, com a negociação em Wall Street a terminar três horas mais cedo (às 18:00 de Lisboa – no mercado obrigacionista fecha às 19:00 de Lisboa).

 

A dar o maior impulso às bolsas do outro lado do Atlântico estiveram os títulos do retalho, animados pela Black Friday, dia de grandes descontos que costuma prolongar-se pelo fim-de-semana e que marca o início da época natalícia - sendo bastante importante para o retalho, já que costuma dar um grande impulso às vendas do último trimestre do ano.

 

Assim, as retalhistas Macy’s, Wal-Mart, Target, Amazon, J.C. Penney e Best Buy estiveram entre as melhores performances neste arranque de sessão, o que dá uma boa perspectiva para esta época festiva.

 

Com efeito, depois de dois anos decepcionantes nesta altura do ano, as multidões nas lojas em muitos locais dos EUA este ano parecem ter-se adensado, segundo analistas e consultores do retalho inquiridos pela Reuters.

 

Em destaque pela positiva estiveram também as cotadas da energia, como a Exxon e a Chevron, num dia em que os preços do petróleo estão a ganhar terreno nos mercados internacionais.

 

O crude segue em alta sobretudo devido a três factores: a convicção de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) vai prolongar novamente o acordo de corte da produção; o facto de a agência de rating S&P ter elevado para os 55 dólares por barril a sua previsão para as cotações do Brent em 2018; e também a perturbação no oleoduto Keystone nos Estados Unidos.




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