Fundos de investimento Um em cada quatro fundos em Portugal é de tesouraria
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Um em cada quatro fundos em Portugal é de tesouraria

Os fundos de curto prazo euro continuam a ser a categoria mais procurada pelos portugueses. Apenas nos primeiros quatro meses do ano, os investidores nacionais aplicaram mais de 500 milhões de euros nestes produtos.
Um em cada quatro fundos em Portugal  é de tesouraria
Jasper Juinen/Bloomberg
Patrícia Abreu 24 de maio de 2017 às 00:01

Os fundos mais conservadores continuam a ser o principal destino do investimento dos portugueses. Apesar das rendibilidades deprimidas, os fundos de tesouraria lideram as subscrições nos fundos em 2017, reforçando a sua quota de

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mais votado Anónimo 29.05.2017

Países avançados, com economias desenvolvidas e políticos sérios, usam excedentes comuns que são públicos, do Estado e por isso de todos os cidadãos nacionais, para constituir Fundos de Riqueza Soberanos que sirvam como um garante de equidade e sustentabilidade futura. Em Portugal não só não se colocam esses recursos a salvo dos gangsters da banca, dos sindicatos defensores do excedentarismo de carreira e da corrupção política, como se entrega diligentemente o ouro aos bandidos. Dívida e mais dívida para satisfazer os caprichos iníquos e insustentáveis de uns que é colocada em nome de todos, inclusivamente dos seus filhos menores de idade...

comentários mais recentes
Anónimo 29.05.2017

Os cidadãos portugueses que se interessam pela actualidade económica e o investimento de prazos mais longos, e que não são assalariados de um banco nem do sector público, não percebem que todo o dinheiro que o Estado empatou a salvar bancários de bancos insolventes do sector privado e funcionários públicos excedentários poderia ter sido posto a salvo desses amigos do alheio e aplicado num Fundo Soberano como o que a Noruega, Singapura, Hong Kong, Coreia do Sul, Austrália, Irlanda, Chile, etc. têm, obtendo potenciais retornos sobre o investimento muito mais elevados e contribuindo para a sustentabilidade desse mesmo Estado de forma mais justa e equilibrada?

Anónimo 29.05.2017

Países avançados, com economias desenvolvidas e políticos sérios, usam excedentes comuns que são públicos, do Estado e por isso de todos os cidadãos nacionais, para constituir Fundos de Riqueza Soberanos que sirvam como um garante de equidade e sustentabilidade futura. Em Portugal não só não se colocam esses recursos a salvo dos gangsters da banca, dos sindicatos defensores do excedentarismo de carreira e da corrupção política, como se entrega diligentemente o ouro aos bandidos. Dívida e mais dívida para satisfazer os caprichos iníquos e insustentáveis de uns que é colocada em nome de todos, inclusivamente dos seus filhos menores de idade...

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