Bolsa Uma década de crises que tirou mais de metade do valor ao PSI-20
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Uma década de crises que tirou mais de metade do valor ao PSI-20

Há dez anos, os mercados deram os primeiros sinais da grande crise financeira. As acções mundiais já recuperaram do choque. Mas a bolsa portuguesa tem um dos piores desempenhos do mundo.
Uma década de crises que tirou mais de metade do valor ao PSI-20
Bruno Simão/Negócios
Rui Barroso 17 de agosto de 2017 às 07:00

Primeiro veio a grande tempestade financeira. Depois foi a crise de dívida soberana. Seguiu-se o colapso de algumas das maiores cotadas nacionais. A bolsa portuguesa foi das mais castigadas no mundo nos últimos dez anos. Em Agosto de 2007,)

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mais votado Investidor Pater Familis 17.08.2017

Mesmo com o PSI a perder, teria sido possível aos Investidores Portugueses dele extraírem valor e multiplicarem as suas poupanças.Mas para tal era necessário ter seguido uma estratégia de gestão dinâmica baseada em trabalho e conhecimento profundo.Algumas gestoras de ativos portugueses teriam tido possibilidades para tal fazendo beneficiar os seus clientes e o País.Mas infelizmente em Portugal, enquanto se assiste a uma fuga para o estrangeiro de cérebros e competências na matéria, a gestão de ativos é muitas vezes muito mais a gestão de tachos de administradores e ambições carreiristas, do que uma gestão de ativos em benefício dos que àqueles confiam as poupanças para defenderem e multiplicarem.Espera-se e deseja-se que uma CMVM, com mais de 200 funcionários e um orçamento anual superior a 22 milhões de €, venha a desempenhar papel de relevo no estimulo ao mercado de capitais em Portugal, contribuindo para passar a mensagem de que vale a pena poupar porque vale a pena investir.

comentários mais recentes
Atenção ao Benfica 17.08.2017

Atenção CMVM; atenção ao Benfica e a eventuais casos de difusão de informação privilegiada. Em termos de acesso a informação relevante para as cotações, os Investidores devem ser tratados em condições de estrita igualdade, não se admitindo que uns sejam tratados como filhos e/ou afilhados, e outros como enteados, metecos ou proscritos.Portugal não é (nunca foi) uma "republica das bananas".Há Leis e há organismos para (bem ou mal) as fazerem cumprir.Havendo indícios de difusão de informação privilegiada, a CMVM deverá agir decisiva e rapidamente. E, com intuitos dissuasores, informar e sossegar desde já a opinião pública,e não apenas daqui a 3 anos (como sucedeu no caso do BES) vir doutamente divulgar a sua sentença sobre o caso.

Anónimo 17.08.2017

Atenção ao Benfica.
não pára de subir.
vai entrar um novo acionista de peso no benfica, por isso é que ela anda a subir e muito.
estejam atentos.
vai cotar acima dos 3.00€

Quando os Fracos vencem os Fortes... 17.08.2017

É pertinente evocar Aljubarrota e a forma como os “fracos” podem vencer os “fortes” pela via de uma escolha inteligente de estratégia.Exatamente, na essência da obra de o maior estratega de todos os tempos,o Chinês Sun Tzu a estratégia é a aplicação da inteligência a situações de competição, no caso, militar.Ora como o Prof. Vasconcellos Sá defende, os princípios estratégicos são generalizáveis a situações de competição militar, desportiva e económica. Em Aljubarrota os “fracos” venceram os “fortes” porque, através da estratégia, neutralizaram, primeiro, a vantagem numérica do adversário e, depois, através da adaptabilidade a mutação de situação, e de resiliência face a dificuldades surgidas, alcançaram grande vitória. O mesmo é possível em Bolsa na competição entre pequenos e grandes investidores institucionais. Mas, tanto em Aljubarrota como na Bolsa, a inteligência estratégica, a adaptabilidade e a resiliência serão consequências de motivação, trabalho, coragem e autodisciplina.

Luso Investidor 17.08.2017

Contra o vírus Ponzi e outros ainda piores (manipulação de cotações; cobrança de comissões exorbitantes mas impossível de verificar se o são; ocultação de riscos em estratégias sofisticadas em que só quem as concebe deles tem conhecimento; não alinhamento de interesses dos administradores com os clientes em gestão por conta de outrem; maquilhagem e falsificação de contas, ect, ect),contra tal, são necessários Supervisores ativos transcendendo preocupações carreiristas e de fruição de um tacho, que não lavem as mãos à Pôncio Pilatos da responsabilidade das autorizações que dão.Espera-se e deseja-se que uma CMVM, pelo que custa a quem a sustenta (os Investidores e o Estado) e pela preparação dos Funcionários que a integram, possa ser exatamente o Supervisor que a Bolsa Portuguesa e os seus Investidores carecem para lhe conferirem a relevância que quem poupa em Portugal e o País, plenamente justificariam.

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