Bolsa Wall Street arrastada para o vermelho pela desvalorização do petróleo

Wall Street arrastada para o vermelho pela desvalorização do petróleo

As principais praças americanas começaram o dia a negociar em queda pressionadas pela quebra do preço do petróleo nos mercados internacionais, com o crude a cair perto de 1% em Nova Iorque e também em Londres.
Wall Street arrastada para o vermelho pela desvalorização do petróleo
Reuters
David Santiago 15 de novembro de 2017 às 14:36

O índice Dow Jones iniciou a sessão desta quarta-feira, 15 de Novembro, a recuar 0,52% para 23.286,80 pontos, acompanhado pelo tecnológico Nasdaq Composite a perder 0,59% para 6.698,320 pontos, e pelo Standard & Poor’s 500 a deslizar 0,54% para 2.564,55 pontos.

 

Além da incerteza em torno da reforma fiscal promovida pela Casa Branca continuar a pressionar Wall Street, desta feita também a desvalorização do petróleo nos mercados internacionais que mais está a penalizar as principais praças dos Estados Unidos. Em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI) cai 0,90% para 55,20 dólares por barril e o Brent do Mar do Norte, transaccionado em Londres, recua 0,93% para 61,63 dólares. 

 

O preço do crude está assim a cair pelo quarto dia seguido, isto depois de o mais recente relatório da Agência Internacional de Energia ter revisto em baixa as previsões da procura global da matéria-prima em 2017 e 2018 devido à subida dos preços do barril e às temperaturas mais amenas que se fazem sentir no início deste período de Inverno.

 

Também a contribuir para a queda do preço do crude está a incerteza em torno da próxima reunião dos países exportadores de petróleo (OPEP), que se encontram dentro de 15 dias em Viena, capital da Áustria.

 

Apesar da proximidade do encontro, não existem ainda sinais sobre a intenção do cartel de prolongar o corte à produção petrolífera actualmente em vigor e que tem por objectivo promover a subida dos preços da matéria-prima.

 

Também a marcar a negociação bolsista está a divulgação dos dados mais recentes sobre a taxa de inflação. Os preços nos consumidores, excluindo bens alimentares e combustíveis, cresceram ténues 0,1% em Outubro, ainda assim o suficiente para garantir a primeira aceleração homóloga da taxa de inflação desde Janeiro.

 

Um outro indicador económico hoje conhecido mostra que as vendas no sector do retalho cresceram de forma inesperada em Outubro, o que indicia que o consumo das famílias poderá permanecer robusto no quatro trimestre deste ano. 

As petrolíferas americanas destacam-se do lado das perdas, com a Marathon Petroleum a recuar 2,05% para 61,19 dólares, a Exxon a perder 0,34% para 81,96 dólares e a Chevron a resvalar 0,31% para 116,56 dólares. 

(Notícia actualizada às 14:38)




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comentários mais recentes
OPA ao BCP = TOP SECRET Há 4 semanas


ora bem como os SRS da FOSUN de burros nada TÊM eles FICANDO com a POSIÇÃO da sonangol ficam com 60% do MILENIUM BCP depois LAÇAM UMA OPA ao BCP e ficam com 100 % do MILENIUM BCP o MAIOR DIAMANTE da EUROPA

OPA ao BCP segue dentro de momentos Há 4 semanas

hoje já o puseram a 0.245 realmente estes shorts são um ESPETACULO e os IDIOTAS vão na onda e vão vendendo ATERRORIZADOS que é PARA depois a FOSUN laçar a OPA IRRA CAMBADA de BURROS IOMIOMIOMIOMIOMIOMIOM

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