Bolsa Wall Street atinge novos máximos com tecnologias a brilharem

Wall Street atinge novos máximos com tecnologias a brilharem

Os principais índices bolsistas dos EUA fecharam em alta, atingindo durante a sessão novos recordes de sempre. O S&P 500 superou o patamar psicológico dos 2.700 pontos. A ajudar esteve, uma vez mais, o sector tecnológico.
Wall Street atinge novos máximos com tecnologias a brilharem
Carla Pedro 03 de janeiro de 2018 às 21:10

O Dow Jones encerrou a sessão desta quarta-feira a ganhar 0,40%, para se fixar nos 24.922,68 pontos, e durante o dia tocou num valor nunca antes alcançado, nos 24.941,92 pontos.

 

Já o Standard & Poor’s 500 somou 0,64% para um recorde de fecho nos 2.713,07 pontos – tendo na negociação intradiária atingido um máximo histórico nos 2.714,37. Foi a primeira vez que o S&P 500 chegou à fasquia psicológica dos 2.700 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite valorizou 0,84% para 7.065,53 pontos, o que constituiu um recorde de fecho. Durante a sessão chegou aos 7.069,15 pontos, patamar onde nunca tinha estado.

 

As praças do outro lado do Atlântico estiveram a ser impulsionadas sobretudo pelos títulos ligados às tecnologias – cujo sector foi o que teve melhor desempenho nas bolsas dos EUA em 2017, com uma escalada de 37%.

 

Em destaque na valorização das cotadas tecnológicas estiveram a Oracle e IBM, com subidas superiores a 2,5%, animadas por revisões em alta das recomendações para as suas acções por parte de sociedades de corretagem.

 

O movimento de subida manteve-se em Wall Street após serem divulgadas as actas da reunião de Dezembro da Reserva Federal norte-americana, quando a autoridade monetária ainda liderada por Janet Yellen [que será substituída no comando do banco central, já no próximo dia 3 de Fevereiro, por Jerome Powell] subiu juros pela terceira vez no ano.

 

"Estas actas enfatizam a mensagem de que a continuação da subida dos juros estará dependente dos dados económicos e de que [os membros da Fed] querem tentar normalizar a política monetária, a menos que haja uma desaceleração da economia ou que a inflação não evolua como esperado", comentou à Reuters Sameer Samana, estratega do Wells Fargo Investment Institute em St. Louis.




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