Bolsa Wall Street cedeu terreno mas Dow ainda foi aos máximos

Wall Street cedeu terreno mas Dow ainda foi aos máximos

As bolsas norte-americanas encerraram no vermelho, com os principais índices a cederem algum terreno. Mas o Dow Jones, durante a sessão, chegou a atingir um novo máximo histórico.
Wall Street cedeu terreno mas Dow ainda foi aos máximos
Reuters
Carla Pedro 21 de setembro de 2017 às 21:10

O Standard & Poor’s 500 encerrou a recuar 0,30% para 2.500,77 pontos, ao passo que o índice tecnológico Nasdaq Composite fechou a perder 0,52% para 6.422,69 pontos.

 

Também o Dow Jones fechou em baixa, ao desvalorizar 0,24% para 22.359,23 pontos, não sem antes ter chegado a estabelecer o nível mais elevado de sempre nos 22.419,51 pontos.

 

Os investidores estiveram a avaliar o sinal da Reserva Federal norte-americana de que pretende subir os juros de referência mais uma vez este ano e três vezes em 2018, pelo que negociaram com mais prudência.

 

Um dos sectores que mais pesou na tendência bolsista desta quinta-feira foi o tecnológico, numa altura em que a Apple continua a liderar o movimento negativo. A procura pelo iPhone 8, na primeira semana após a sua apresentação, não está a corresponder às expectativas, o que adiciona pressão sobre as acções da empresa da maçã. A companhia liderada por Tim Cook terminou hoje a recuar 1,72% no fecho para 153,39 dólares.

 

Nas matérias-primas, destaque também pela negativa para os metais, com especial foco no cobre e no minério de ferro, o que penalizou este sector em bolsa.

 

As bolsas norte-americanas têm estado a negociar dentro de um dos intervalos mais apertados da sua história, numa altura em que os investidores se mostram relutantes em reforçar as apostas que catapultaram os índices para recordes.

 

A título de exemplo, nas cinco sessões precedentes, as valorizações do S&P 500, apesar de o índice estar em subida livre, não foram expressivas: não mexeu mais de 0,30%.

 

Os mercados continuam também atentos às tensões entre os EUA e a Coreia do Norte, depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter assinado uma ordem executiva que confere ao Tesouro dos Estados Unidos a capacidade de reforçar as sanções económicas sobre a Coreia do Norte e a impor penalizações aos países que comercializem com Pyongyang.




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