Bolsa Wall Street em queda ligeira interrompe seis dias seguidos em alta

Wall Street em queda ligeira interrompe seis dias seguidos em alta

As principais praças dos Estados Unidos começaram o dia a negociar no vermelho, interrompendo para já uma série de seis sessões consecutivas a acumular valor. Isto no dia em que foi revisto em alta o crescimento do PIB americano no primeiro trimestre.
Wall Street em queda ligeira interrompe seis dias seguidos em alta
Reuters
David Santiago 26 de maio de 2017 às 14:36

O Dow Jones abriu a sessão desta sexta-feira, 26 de Maio, a ceder 0,02% para 21.078,02 pontos, depois de mais uma sessão em que fechou acima do patamar dos 21 mil pontos. Já o Nasdaq Composite e o Standard & Poor's 500, que ontem atingiram novos máximos de sempre, abriram a última sessão desta semana a ceder ténues 0,01% e 0,03% para 6.204,355 pontos e 2.414,45 pontos, respectivamente.

Wall Street interrompe um ciclo de seis sessões consecutivas a valorizar, aliviando assim dos máximos e recordes de fecho atingidos ao longo dos últimos dias.  

Uma segunda leitura à variação do PIB norte-americano nos primeiros três meses do ano, divulgada esta sexta-feira, mostra que afinal a maior economia mundial não registou um abrandamento económico tão acentuado quanto inicialmente previsto.

 

No primeiro trimestre a economia americana cresceu 1,2%, acima dos 0,7% inscritos na primeira leitura e também superior à expansão de 0,9% que era antecipada pelos economistas.

 

Este dado junta-se aos mais recentes indicadores económicos de sinal diverso, em que a queda dos gastos dos consumidores é compensada pelo aumento do investimento pelo sector empresarial e pelo crescimento dos salários no sector privado.

 

Este conjunto de indicadores reforça as expectativas em relação a um novo aumento dos juros já em Junho, isto depois de esta semana as minutas divulgadas pela Reserva Federal dos Estados Unidos referirem que será "apropriado" decretar em breve uma nova subida do custo do dinheiro.

 

A Fed faz também depender um aumento dos juros do comportamento da maior economia mundial, com a instituição liderada por Janet Yellen a considerar que o abrandamento registado no primeiro trimestre se deveu sobretudo a razões conjunturais. Esta revisão em alta do PIB nos primeiros três meses contribuiu para reforçar a convicção de uma subida da taxa de juro directora no próximo mês. 


(Notícia actualizada às 14:47)




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