Bolsa Wall Street indefinida com juros e geopolítica no radar

Wall Street indefinida com juros e geopolítica no radar

O primeiro encontro entre Angela Merkel e Donald Trump, a reunião do G20 e a expectativa de novas mexidas nos juros deverá marcar o dia nos mercados norte-americanos, que abriram a sessão sem tendência definida.
Wall Street indefinida com juros e geopolítica no radar
reuters
Paulo Zacarias Gomes 17 de março de 2017 às 13:51
Os índices nova-iorquinos de acções abriram a última sessão da semana sem sinal comum, com os investidores ainda a digerirem o aumento de juros pela Reserva Federal (e a anteciparem novas mexidas) e à espera de desenvolvimentos na relação EUA-Europa, no dia em que Angela Merkel e Donald Trump têm o primeiro encontro.

Com a época de resultados empresariais a chegar ao fim, o S&P 500 iniciou o dia a ganhar 0,07% para 2.383,01 pontos, o Nasdaq a ceder 0,04% para 5.898,29 pontos e o industrial Dow Jones a somar 0,1% para 20.956,41 pontos.

De acordo com a Reuters, os analistas estimam uma probabilidade de 54% para que a Reserva Federal volte a subir juros em Junho, depois de esta semana ter aumentado, pela terceira vez desde 2008, o preço do dinheiro na maior economia do mundo. 

Além do encontro entre os líderes de dois dos maiores blocos económicos do mundo - que no passado divergiram em temas como a imigração e o comércio internacional -, os investidores estão ainda de olhos postos nas conclusões da reunião dos responsáveis máximos das Finanças das 20 economias mais desenvolvidas no mundo. 

As acções da Tiffany & Co. avançam 3,45% para 93,07 dólares, depois da joalheira ter apresentado resultados do último trimestre que ficaram acima das expectativas dos analistas, sustentados por novas lojas na Ásia e pelo contributo dado pelos produtos mais luxuosos, que compensaram o abrandamento das vendas no mercado norte-americano.



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