Bolsa Wall Street regressa aos recordes e marca mais longa série de ganhos semanais desde 2013

Wall Street regressa aos recordes e marca mais longa série de ganhos semanais desde 2013

As principais bolsas do outro lado do Atlântico estabeleceram novos máximos históricos, com os resultados da Apple e os sólidos dados do sector dos serviços a contribuírem para o optimismo em torno da economia norte-americana. Possível compra da Qualcomm também ajudou.
Wall Street regressa aos recordes e marca mais longa série de ganhos semanais desde 2013
Reuters
Carla Pedro 03 de novembro de 2017 às 20:25

O Standard & Poor’s 500 fechou a última sessão da semana a subir 0,31%para 2.587,84 pontos, depois de ter atingido um máximo de sempre, na negociação intradiária, nos 2.588,42 pontos.

 

O Dow Jones, por seu lado, encerrou a ganhar 0,10% para 23.539,19 pontos – sendo que, durante a sessão, estabeleceu um recorde nos 23.557,06 pontos.

 

Também o tecnológico Nasdaq Composite marcou novos máximos históricos, ao tocar nos 6.765,14 pontos, tendo depois fechado a somar 0,74% para se fixar nos 6.764,44 pontos.

 

A contribuir para este renovar de energias esteve a Apple, que negociou também em valores nunca antes vistos, depois de ontem ter divulgado, após o fecho de Wall Street, contas acima das expectativas.

 

A tecnológica liderada por Tim Cook reportou as suas contas do quarto trimestre fiscal, tendo anunciado que as vendas de iPhones ficaram praticamente em linha com o que se esperava. Já as receitas e lucros ficaram acima das projecções dos analistas, o que animou fortemente as acções.

 

Na sessão de hoje, a empresa da maçã encerrou a valorizar 2,61% para 172,50 dólares, depois de ter alcançado durante o dia um novo máximo histórico: os 174,26 dólares.

Outra cotada que deu impulso, especialmente às tecnologias, foi a Qualcomm, que fechou a disparar 12,71% para 61,81 dólares, depois de ter chegado a escalar 19% [a maior subida intradiária desde Outubro de 2008] durante a sessão. Tudo à conta de uma informação da Bloomberg a dar conta do interesse da Broadcom na fabricante norte-americana de microprocessadores para telemóveis. Segundo a notícia, várias fontes avançaram que a oferta pode superar os 100.000 milhões de dólares (86.146 milhões de euros) - o que se traduziria na maior compra de uma fabricante de chips na história.

 

A ajudar a animar os investidores estiveram ainda os bons dados do sector dos serviços, o que contribuiu para reforçar o optimismo em torno da economia dos EUA.




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